2019-10-02

A história de uma ideia: ser liberal. A leitura de Mario Vargas Llosa

«Nós, os liberais, não somos anarquistas e não queremos suprimir o Estado», escreve Mario Vargas Llosa no livro «O Apelo da Tribo», onde o Prémio Nobel da Literatura de 2010 acompanha o leitor numa viagem intelectual que explica a evolução das suas filiações filosóficas e políticas. Um livro que a Quetzal Editores disponibiliza a partir de 11 de outubro.

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Sendo um livro de ensaios biográficos, O Apelo da Tribo é, ao mesmo tem-po, uma história intelectual e política do percurso de Vargas Llosa. Tendo partido de uma juventude fascinada pelo marxismo e pelos movimentos revolucionários latino-americanos, o autor de O Sonho do Celta ou A Civilização do Espetáculo alerta para os perigos da submissão intelectual, da demagogia, do chauvinismo e do nacionalismo, bem como da negação da racio-nalidade e da liberdade de pensar e questionar.

Assim, este livro – sobre filósofos e pensadores tão marcantes como Adam Smith, José Ortega y Gasset, Friedrich Hayek, Karl Popper, Raymond Aron, Isaiah Berlin e Jean-François Revel – estabelece os pilares de uma tradição verdadeiramente liberal, que pode ajudar-nos a compreender melhor os riscos da sociedade contemporânea e as ameaças à democracia.

Críticas da imprensa:

«Um contributo mais do que valioso para o debate político do momento.»
Juan Luís Cebrián, El País.

«Vargas Llosa entra em diálogo com sete notáveis pensadores, com uma prosa magnífica.»
Bernabé Sarabia, El Mundo.

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