A Civilização do Espetáculo

A Civilização do Espetáculo

avaliação dos leitores (5 comentários)
(5 comentários)
Uma duríssima radiografia do nosso tempo e da nossa cultura.
ISBN:9789897220593
Edição/reimpressão:10-2012
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000371
Coleção:Série Américas
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SINOPSE

Uma duríssima radiografia do nosso tempo e da nossa cultura, pelo olhar inconformista de Mario Vargas Llosa. A banalização das artes e da literatura, o triunfo do jornalismo sensacionalista e a frivolidade da política são sintomas de um mal maior que afeta a sociedade contemporânea: a ideia temerária de converter em bem supremo a nossa natural propensão para nos divertirmos. No passado, a cultura foi uma espécie de consciência que impedia o virar as costas à realidade. Agora, atua como mecanismo de distração e entretenimento.
A figura do intelectual, que estruturou todo o século XX, desapareceu do debate público. Ainda que alguns assinem manifestos e participem em polémicas, o certo é que a sua repercussão na sociedade é mínima. Conscientes desta situação, muitos optaram pelo silêncio.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Vargas Llosa que, para além de romancista, dramaturgo e ensaísta, é um grande jornalista, fornece uma visão do mundo que não é a de um simples ficcionista, analisando com uma certa melancolia a situação das últimas décadas no que se refere a este universo contemporâneo onde o saber, bem fundamentado e bem alicerçado na educação cuidada e na curiosidade intelectual, se tem perdido para dar lugar ao imediato, ao óbvio e a tudo o que é “fácil”.»
Helena Vasconcelos, Público

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Uma sociedade acabada?!
Nuno Rodrigues - Bertrand Chiado |2019-05-06
Um ensaio fantástico de Vargas Llosa. Actual, real, expõe de forma magnífica as sociedades de faz de conta que nos rodeiam. Cheio de clichés do dia a dia descritos com mestria mostra a nú uma sociedade ocidental que vive de e para as aparências, vazia de conteúdo e de contextos, acabando por, de forma indirecta, nos fazer perceber o porquê de tantos fenómenos de massa com que nos deparamos nos dias de hoje. Uma pintura triste, onde nem as "elites intelectuais" são poupadas, embora cheia de apontamentos de um humor fino, que embora a seriedade do tema vão de certo fazer sorrir o leitor.
A Civilização do Espetáculo
Mariana Torres- Bertrand Póvoa de Varzim |2019-04-19
Para o autor, o senso de cultura que existia no começo de século XX, em que a ideia e o conteúdo eram a força motriz da vida cultural, foi esvaziado por um movimento de banalização das artes e veículos de informação. Na “civilização do espetáculo”, a preocupação mostrar-se como alguém culto é muito maior do que realmente absorver e conseguir apreciar um conteúdo artístico.

DETALHES DO PRODUTO

A Civilização do Espetáculo
ISBN:9789897220593
Edição/reimpressão:10-2012
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000371
Coleção:Série Américas
Idioma:Português
Dimensões:149 x 233 x 17 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:224
Tipo de Produto:Livro
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2010

Escritor peruano, nasceu em 28 de março de 1936, em Arequipa, no Peru. O seu empenho em relação a mudanças sociais é evidente nos seus romances, peças e ensaios. O escritor pertence à escola do realismo mágico e faz parte da explosão de talentos dos anos 60 da literatura latino-americana. Na sua carreira política começou por ser comunista, mas virou-se para a direita. Em 1990 candidatou-se à presidência da República do Peru, sendo vencido pelo candidato Alberto Fugimori. Tem sido criticado por estar à margem da comunidade dos índios Quechua. Vargas Llosa foi educado em Cochabamba, na Bolívia, onde o seu avô era cônsul do Peru. Entrou para a escola militar de Lima em 1950. Trabalhou como jornalista e locutor e frequentou a Universidade de Madrid. Em 1959 mudou-se para Paris, onde viveu até 1966. Depois de viver três anos em Londres, passou a escrever na residência da Universidade estatal de Washington, em 1969. Em 1970 estabeleceu-se em Barcelona. Em 1974 regressou a Lima, lecionando e dando conferências por todo o mundo. Publicou em 1978 uma coleção de ensaios críticos O primeiro romance de Vargas Llosa, A Cidade e os Cães, de 1963, foi muito bem recebido, e está traduzido em mais de uma dúzia de línguas. A ação passa-se no Colégio Militar de Leoncio Prado e descreve a luta dos adolescentes para sobreviver a acontecimentos violentos e hostis. A corrupção na escola reflete os males que afetam o Peru. O romance A Casa Verde (1966) situa-se na selva peruana e combina os elementos míticos, populares e heróicos para apreender os elementos sórdidos, trágicos e a realidade fragmentada dos seus carateres. A Cidade e os Cães (1967) é um retrato psicanalítico de um adolescente que foi acidentalmente castrado. Conversa na Catedral (1969) é uma história passada na altura do regime de Manuel Odria (1948-56). O romance Pantaleão e as Visitadoras (1973), constitui uma sátira acerca do regime militar e do fanatismo religioso. A Tia Júlia e o Escrevedor (1977) combina duas narrativas com pontos de vista diferentes, sendo uma obra semi-autobiográfica. Destacam-se, também, A Guerra do Fim do Mundo (1981), História de Mayta (1984), Quem Matou Palomino Molero? (1986), O Falador (1987), Elogio da Madrasta (1988), Lituma dos Andes (1993), Como Peixe na Água (1993), (1997), Cartas a um Jovem Romancista (1997), A Festa do Chibo (2000), A guerra do fim do mundo (2001), A casa verde( 2002), O paraíso na outra esquina (2003), A tia Júlia e o escrevedor ( 2003), Travessuras da menina má (2006), Israel Palestina : paz ou Guerra Santa ( 2007) e Diário do Iraque ( 2007).
Foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura em 2010.
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