A Civilização do Espetáculo

A Civilização do Espetáculo

avaliação dos leitores (6 comentários)
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Uma duríssima radiografia do nosso tempo e da nossa cultura.
ISBN: 9789897220593
Edição/reimpressão: 10-2015
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000371
Coleção: Série Américas
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SINOPSE

Uma duríssima radiografia do nosso tempo e da nossa cultura, pelo olhar inconformista de Mario Vargas Llosa. A banalização das artes e da literatura, o triunfo do jornalismo sensacionalista e a frivolidade da política são sintomas de um mal maior que afeta a sociedade contemporânea: a ideia temerária de converter em bem supremo a nossa natural propensão para nos divertirmos. No passado, a cultura foi uma espécie de consciência que impedia o virar as costas à realidade. Agora, atua como mecanismo de distração e entretenimento.
A figura do intelectual, que estruturou todo o século XX, desapareceu do debate público. Ainda que alguns assinem manifestos e participem em polémicas, o certo é que a sua repercussão na sociedade é mínima. Conscientes desta situação, muitos optaram pelo silêncio.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Vargas Llosa que, para além de romancista, dramaturgo e ensaísta, é um grande jornalista, fornece uma visão do mundo que não é a de um simples ficcionista, analisando com uma certa melancolia a situação das últimas décadas no que se refere a este universo contemporâneo onde o saber, bem fundamentado e bem alicerçado na educação cuidada e na curiosidade intelectual, se tem perdido para dar lugar ao imediato, ao óbvio e a tudo o que é “fácil”.»
Helena Vasconcelos, Público

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Cultura de massas vs Cultura de Elites
Guilherme Pereira - Bertrand Alameda Shop & Spot | 2019-08-20
Sobretudo nos campos das ciências e da tecnologia temos vindo a registar uma evolução notável. Dada essa evolução a qualidade de vida das pessoas tem vindo a melhorar um pouco por todo o mundo. Contudo, existe um campo de atividade humana em que isso não tem vindo a suceder, sendo esse o campo da atividade cultural. E este fato, segundo Vargas Llosa, deve-se a que no passado a cultura era elitista e hoje é feita para as massas. Esta é pelo menos a opinião do autor, que, demarcando-se de “ideias tóxicas”, faz apenas uma análise fria e racional à sociedade contemporânea com tudo aquilo que ela tem de positivo e negativo.
Uma sociedade acabada?!
Nuno Rodrigues - Bertrand Chiado | 2019-05-06
Um ensaio fantástico de Vargas Llosa. Actual, real, expõe de forma magnífica as sociedades de faz de conta que nos rodeiam. Cheio de clichés do dia a dia descritos com mestria mostra a nú uma sociedade ocidental que vive de e para as aparências, vazia de conteúdo e de contextos, acabando por, de forma indirecta, nos fazer perceber o porquê de tantos fenómenos de massa com que nos deparamos nos dias de hoje. Uma pintura triste, onde nem as "elites intelectuais" são poupadas, embora cheia de apontamentos de um humor fino, que embora a seriedade do tema vão de certo fazer sorrir o leitor.

DETALHES DO PRODUTO

A Civilização do Espetáculo
ISBN: 9789897220593
Edição/reimpressão: 10-2015
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000371
Coleção: Série Américas
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 233 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de Produto: Livro
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2010

Mario Vargas Llosa nasceu em março de 1936, em Arequipa, no Peru. Aos 17 anos decide estudar Letras e Direito e, no ano seguinte, casa com a sua tia Julia Urquidi – assegurando a subsistência com trabalhos muito diversos, como conferir e rever nomes de lápides, escrever para rádio ou catalogar livros. Em 1959 abandona o Peru e, graças a uma bolsa, ingressa na Universidade Complutense de Madrid, onde conclui um doutoramento que lhe permite cumprir o sonho de, um ano depois, se fixar em Paris. Aí, sempre próximo da penúria, foi locutor de rádio, jornalista e professor de Espanhol. Por esse tempo tinha apenas publicado um primeiro livro de contos. Regressado ao Peru em 1964, divorcia-se de Julia Urquidi e casa-se no ano seguinte com a sua prima Patricia Llosa, com quem parte para a Europa em 1967 (depois de ter publicado A Casa Verde, em 1966). Até 1974 viveu na Grécia, em Paris, Londres e Barcelona – após o que regressa ao Peru. Em Lima pode, finalmente, dedicar-se em exclusivo à literatura e ao jornalismo, nunca abandonando a intervenção política, que o levou a aceitar a candidatura à presidência da República em 1990. Vive em Londres desde essa época, escrevendo romances, ensaios literários, peças jornalísticas e percorrendo o mundo como professor visitante em várias universidades. Entre os muitos prémios que recebeu contam-se o Rómulo Gallegos (1967), o Príncipe das Astúrias (1986) ou o Cervantes (1994). Em 2010, foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura.
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