O Apelo da Tribo

O livro de ensaios que é uma história intelectual e política de Mario Vargas Llosa.
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SINOPSE

Sendo um livro de ensaios biográficos, O Apelo da Tribo é, ao mesmo tempo, uma história intelectual e política do Prémio Nobel da Literatura: do percurso que partiu de uma juventude impregnada de marxismo e existencialismo sartriano, acabou na maturidade liberal e passou pela revalorização da democracia, ajudado por autores como Orwell, Camus ou Koestler.

Neste livro, os autores que são objeto de estudo são os filósofos e pensadores que leu exaustivamente, que moldaram a sua visão do mundo e os valores que crê deverem reger as sociedades contemporâneas: Adam Smith, José Ortega y Gasset, Friedrich August von Hayek, Sir Karl Popper, Raymond Aron, Sir Isaiah Berlin e Jean-François Revel.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Um contributo mais do que valioso para o debate político do momento.»
Juan Luís Cebrián, El País

«Vargas Llosa entra em diálogo com sete notáveis pensadores, com uma prosa magnífica.» Bernabé Sarabia, El Mundo

DETALHES DO PRODUTO

O Apelo da Tribo
ISBN: 9789897225413
Edição/reimpressão: 10-2019
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000867
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 304
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Política
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2010

Mario Vargas Llosa nasceu no Peru, em março de 1936. Em 1959 abandona o seu país e, graças a uma bolsa, ingressa na Universidade Complutense de Madrid, onde faz provas de doutoramento, fixando-se de seguida em Paris. Sempre próximo da penúria, foi locutor de rádio, jornalista e professor de espanhol — tinha apenas publicado um primeiro livro de contos. Regressa ao Peru em 1964 e casa no ano seguinte com a sua prima Patricia Llosa, com quem parte para a Europa em 1967, tendo vivido até 1974 na Grécia, em Paris, Londres e Barcelona — após o que regressa novamente ao Peru. O seu afastamento em relação ao regime de Havana (que visitara pela primeira vez em 1965) irá marcar toda a sua biografia política e literária a partir de 1971. Em Lima pode, finalmente, dedicar-se em exclusivo à literatura e ao jornalismo, nunca abandonando a intervenção política que o levou, em 1990, a aceitar candidatar-se à Presidência da República – depois disso fixou-se em Londres e, mais recentemente, entre Paris e Madrid, escrevendo romances, ensaios literários, peças jornalísticas e percorrendo o mundo como professor visitante em várias universidades. Entre os muitos prémios que recebeu contam-se o Rómulo Gallegos (1967), o Príncipe das Astúrias (1986) ou o Cervantes (1994). Foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 2010.
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