O regresso da Terra Incognita.

terra incognita
Danúbio, de Claudio Magris, e O Velho Expresso da Patagónia, de Paul Theroux, que acaba de conquistar o Edward Stanford Award pela Excelente Contribuição para a Literatura de Viagens, marcam o arranque desta nova jornada da coleção Terra Incognita e estão disponíveis a partir de hoje em todas as livrarias. O primeiro com tradução de Miguel Serras Pereira, o segundo vertido para português por Nuno Guerreiro Josué.

2020-03-06 / Danúbio, misto de romance e documentário, de guia e de meditação sobre o mapa da memória (...)

Vida, ilusões e mudanças na China de hoje.

Sob Céus Vermelhos
«A verdadeira China não se limita ao que nos é mostrado nas notícias do dia a dia. Esta é a minha história, tal como a recordo.» Karoline Kan, 30 anos, escreve Sob Céus Vermelhos, o primeiro retrato de uma millennial nascida e criada na China. Um livro traduzido por António Sabler, que chega às livrarias a 6 de março.

2020-03-04 / Reconstruindo a história de três gerações da sua família, da pobreza do mundo rural à luta (...)

O filho do sapateiro que era agente duplo dos Nazis.

Léxico da Luz e Escuridão
O que faz com que o acanhado filho do sapateiro, Henry Rinnan, se torne um dos mais odiados criminosos da História da Noruega – um agente duplo que mata noruegueses para os nazis? Léxico da Luz e da Escuridão é o romance que marca a estreia do norueguês Simon Stranger no catálogo da Quetzal Editores, com tradução de João Reis. Esta é uma história familiar, magistralmente construída, um romance ambicioso que, de A a Z, reúne todo o léxico do amor, da perda, da coragem, da maldade – conciso, essencial, acutilante, poético. Léxico da Luz e da Escuridão foi galardoado com o Prémio dos Livreiros Noruegueses e com o Prémio Riksmalprisen, atribuído a escritores de ficção ou não ficção pelo uso excecional da língua norueguesa.

2020-02-28 / Ao saber que, no pós-guerra, a mãe da mulher tinha crescido no «Mosteiro do Bando», o (...)

Um livro sobre a mania da comida escrito por um maníaco da comida.

O Homem Que Comia Tudo
Cachupa na Cova da Moura, os seis mandamentos do bitoque, frango assado, a importância da varinha mágica numa sopa e, claro, petiscos como larvas, grilos e tarântulas. Quando se autointitula «o homem que comia tudo», Ricardo Dias Felner assume o que quer dizer. Há pouco que ele não coma. E sabe escrever com elegância sobre essa experiência.

2020-02-19 / O livro que a Quetzal Editores faz chegar às livrarias a 28 de fevereiro reúne, entre (...)

O Estado contra os cidadãos.

Visitas ao Poder
Passaram 26 anos desde a primeira edição de Visitas ao Poder, o livro que Maria Filomena Mónica se propôs escrever em inícios dos anos 90, e que conhece agora a sua quarta edição, revista e aumentada. «Este livro nasceu do sentimento de que, no contrato que estabelecemos com o Estado, somos nós, cidadãos, quem geralmente perde», explica a autora.

2020-02-17 / «Desde o momento em que escrevi este livro verificaram-se, na sociedade, na política e nas (...)

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