Os Altruístas. Ou sobre como ser uma boa pessoa no século XXI.

Os Altruístas
Um pai desesperado, dois filhos jovens adultos, uma namorada muito mais nova e uma ex-mulher morta estão no centro do aclamado romance de estreia de Andrew Ridker, que a Quetzal Editores publica a 20 de maio, com tradução de Vasco Teles de Menezes. Os Altruístas é uma saga familiar do século XXI, sombria e divertida, que anuncia uma carreira literária de grande fulgor. Um romance sobre dinheiro, privilégio, política, cultura universitária, namoro, infidelidade, indústria cervejeira americana e o que significa «ser uma boa pessoa».

2021-05-11 / Arthur Alter está metido em sarilhos. Mediano professor universitário de Engenharia no (...)

Uma antologia de grandes textos sobre o enigma, a alegria e a experiência de viajar.

A Arte da Viagem
Há mais de cinquenta anos na estrada, Paul Theroux reúne uma antologia de grandes textos, que contribuíram para a sua formação enquanto leitor e enquanto viajante, no livro A Arte da Viagem, agora integrado na coleção Terra Incognita da Quetzal, com tradução de José António Freitas e Silva. Esta é uma das grandes obras de Paul Theroux, uma homenagem, um manual e livro de bordo, um guia filosófico, uma antologia de grandes autores e viajantes. Nas livrarias a 13 de maio.

2021-05-07 / «A alegria da viagem, e de ler acerca dela, é o tema desta coletânea – talvez também a sua (...)

Uma realidade que não se podia inventar.

A Madrugada em Birkenau
«Atinge-se um limiar de humilhação que torna tudo insuportável daí por diante. Tornamo-nos extremamente suscetíveis a um certo número de coisas. Esse limiar de humilhação, atingimo-lo mal chegámos a Auschwitz-Birkenau.» Simone Veil, que, mais tarde, viria a levar a aprovação a lei da interrupção voluntária da gravidez em França (em 1975) e a ser a primeira mulher a presidir ao Parlamento Europeu (em 1979), tinha apenas dezasseis anos quando foi deportada com a família para o campo de concentração nazi de Auschwitz-Birkenau, depois para Bobrek e Bergen-Belsen. Perdeu a mãe, o pai e o irmão.

2021-05-06 / «O nosso assombro durou todo um dia. Entre o duche, a sauna e as roupas andrajosas, apenas (...)

Um original e vívido retrato da Belle Époque.

O Homem do Casaco Vermelho
Tudo começa com uma visita a Londres no verão de 1885. Quando aquele «estranho trio» de cavalheiros franceses chegou a Londres para alguns dias de «compras decorativas e intelectuais», nenhum era muito conhecido fora do círculo social parisiense. Cada um deles alcançaria um certo grau de notoriedade e contentamento nos anos seguintes. O Homem do Casaco Vermelho é o mais recente trabalho do britânico Julian Barnes, que a Quetzal faz chegar às livrarias a 13 de maio, em edição de capa dura, com reproduções a cores de obras de arte e fotografias, e com tradução de Salvato Teles de Menezes.

2021-05-05 / Um era príncipe, outro era conde e o terceiro era um plebeu com apelido italiano que, (...)

O quotidiano [in]correto de Maria do Rosário Pedreira.

Adeus, Futuro
Com toda uma vida dedicada à literatura e aos livros, Maria do Rosário Pedreira dispensa apresentações. A sua crónica Adeus, Futuro era uma das mais lidas no Diário Notícias e, agora que chegou ao fim, a Quetzal compila os textos publicados todas as semanas durante um ano e meio e convida os leitores a seguir viagem pela mão de uma autora que não deixa nada por dizer. Não fossem estes textos reflexo de uma vida extraordinária, com momentos de observação do quotidiano escritos com argúcia, beleza e humor, sem nunca cair na complacência.

2021-04-07 / O título genérico das crónicas reunidas no presente volume – Adeus, Futuro – pode levar o (...)

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