2021-07-28

O prodigioso destino de uma família europeia.

Yseult Williams conta a fabulosa saga dos Brunhoff.

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«Dos Brunhoff, a história reteve sobretudo o nome de Jean, o imortal criador de Babar, e, evidentemente, o do seu filho Laurent, que continuou a obra do pai. (…) Certas famílias excecionais passam entre as malhas da História, ainda que no seu tempo fossem incontornáveis. Os Brunhoff são uma delas.» Quem o escreve é Yseult Williams, neta de um físico nuclear irlandês e de um dos pioneiros do moderno cinema britânico, autora de O Esplendor dos Brunhoff, resultado de conversas com Marion de Brunhoff, que, aos 92 anos, quis deixar o legado da sua família – uma apaixonante incursão pelo mundo das artes, da política e da História da Europa do século XX.

«Na Belle Époque, no bairro de Montparnasse, já eles [os Brunhoff] davam cartas. Nos anos 20, eram a encarnação do Tout-Paris, o mesmo é dizer o centro do mundo. Imprensa, edição, moda, fotografia, arte moderna – os Brunhoff estavam implicados em cada um destes domínios. Inovadores nas artes, estiveram na linha da frente da luta contra o fascismo, com estreitas ligações ao movimento pacifista. Esta dinastia de origem báltica e germânica viu-se a ocupar o proscénio da tragédia europeia. Desde a guerra franco-prussiana até à Segunda Guerra Mundial, a família de Babar atravessou as tempestades com o panache dos grandes exploradores do nosso tempo.»

O Esplendor dos Brunhoff é a história de uma família que transformou a vida da cultura europeia – e a francesa em particular. A edição da Quetzal é traduzida por Telma Costa e está disponível a 5 de agosto.

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