Até ao Fim

Até ao Fim

avaliação dos leitores (1 comentários)
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O perturbante monólogo de um pai durante o velório do filho.
ISBN:9789725647745
Edição/reimpressão:03-2009
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000010
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

Um homem passa a noite numa capela sobre o mar, a velar o corpo do filho, um jovem adulto, delinquente e toxicodependente. Durante essas horas, vai contando na primeira pessoa a história da sua vida e dirige-se ao filho morto, num intenso e perturbante monólogo.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Este é, afinal, o tema do presente romance de Vergílio Ferreira: a inquietante liquidação de um tempo a que, inermes, assistimos, mal resignados mas fatalistas, à espera de que se cumpram (na esperança de que se não cumpram) as tenebrosas profecias de Nostradamus.»
Fernanda Botelho.

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Até ao Fim
Ana Cláudia Pinto - Livreira Picoas Plaza |2017-02-03
Neste livro Vergilio Ferreira apresenta-nos através de um monólogo interior a história de Cláudio. No tempo em que vela o filho, o protagonista leva-nos a submergir num mundo de relações intensas: desde a paixão com Flora, ao desprezo de um casamento gasto, até à saudade do que ficou e/ou do que poderia ter acontecido. Sem dúvida uma evocação da vida de um ponto de vista sóbrio e cru.

DETALHES DO PRODUTO

Até ao Fim
ISBN:9789725647745
Edição/reimpressão:03-2009
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000010
Idioma:Português
Dimensões:152 x 228 x 20 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:256
Tipo de Produto:Livro
Romancista e ensaísta português, natural de Melo (Gouveia), nasceu em 1916 e morreu em 1996. Estudou no Seminário do Fundão, licenciou-se em Filologia Clássica na Universidade de Coimbra e exerceu funções docentes no Ensino Secundário. Notabilizou-se no domínio da prosa ficcional, sendo um dos maiores romancistas portugueses deste século.
Literariamente, começou por ser neo-realista (anos 40), com "Vagão Jota" (1946), "Mudança" (1949), etc. Mas, a partir da publicação de "Manhã Submersa" (1954) e, sobretudo, de "Aparição" (1959), Vergílio Ferreira adere a preocupações de natureza metafísica e existencialista. A sua prosa, que entronca na tradição queirosiana, é uma das mais inovadoras dos ficcionistas deste século.
O ensaio é outra das grandes vertentes da sua obra que, aliás, acaba por influenciar a sua criação romanesca. Temas como a morte, o mistério, o amor, o sentido do universo, o vazio de valores, a arte, são recorrentes na sua produção literária. Além disto, Vergílio Ferreira deixou-nos vários volumes do diário intitulado "Conta-Corrente". Das suas últimas obras destacam-se: "Espaço do Invisível", "Do Mundo Original" (ensaios), "Para Sempre" (1983), "Até ao Fim" (1997) e "Na tua Face" (1993). Recebeu o Prémio Camões em 1992.
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