Rápida, a Sombra

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SINOPSE

«Vergílio Ferreira assume neste romance os valores e as contradições fundamentais da sua obra anterior; mas este permite-lhe, na compreensão dum fim reconhecido, uma possibilidade de abertura, talvez apenas entrevista, para lá da hipótese dirigista do narrador que, pela primeira vez, pode dar conta de uma aceitação (nunca serena, sublinhe-se) dos caminhos dos outros.» Maria Alzira Seixo, Colóquio/Letras «Bem definido o percurso do seu [caminho], que, do ponto de vista literário, é dos mais firmes que se têm prosseguido entre nós. Como de há muito se sabe.» Maria Alzira Seixo, Colóquio/Letras
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DETALHES DO PRODUTO

Rápida, a Sombra
ISBN:9789897222634
Edição/reimpressão:01-2016
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000578
Idioma:Português
Dimensões:149 x 228 x 16 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:200
Tipo de Produto:Livro
Romancista e ensaísta português, natural de Melo (Gouveia), nasceu em 1916 e morreu em 1996. Estudou no Seminário do Fundão, licenciou-se em Filologia Clássica na Universidade de Coimbra e exerceu funções docentes no Ensino Secundário. Notabilizou-se no domínio da prosa ficcional, sendo um dos maiores romancistas portugueses deste século.
Literariamente, começou por ser neo-realista (anos 40), com "Vagão Jota" (1946), "Mudança" (1949), etc. Mas, a partir da publicação de "Manhã Submersa" (1954) e, sobretudo, de "Aparição" (1959), Vergílio Ferreira adere a preocupações de natureza metafísica e existencialista. A sua prosa, que entronca na tradição queirosiana, é uma das mais inovadoras dos ficcionistas deste século.
O ensaio é outra das grandes vertentes da sua obra que, aliás, acaba por influenciar a sua criação romanesca. Temas como a morte, o mistério, o amor, o sentido do universo, o vazio de valores, a arte, são recorrentes na sua produção literária. Além disto, Vergílio Ferreira deixou-nos vários volumes do diário intitulado "Conta-Corrente". Das suas últimas obras destacam-se: "Espaço do Invisível", "Do Mundo Original" (ensaios), "Para Sempre" (1983), "Até ao Fim" (1997) e "Na tua Face" (1993). Recebeu o Prémio Camões em 1992.
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