O Legado de Humboldt

O Legado de Humboldt

ISBN: 9789897220036
Edição/reimpressão: 04-2012
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000321
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SINOPSE

Durante muitos anos, o grande poeta von Humboldt Fleisher e Carlie Citrine, um jovem inflamado pelo amor à literatura, foram os melhores amigos. No momento em que morreu, Humboldt tornara-se pobre, só e um falhado, enquanto Citrine, por seu turno, também não se encontrava numa fase da vida muito auspiciosa: deixara de progredir na carreira, debatia-se nas malhas de um divórcio litigioso, e vivia um enfatuamento por uma jovem mulher pouco recomendável envolvida com um mafioso neurótico. Eis senão quando Humbold age de alémtúmulo, concedendo a Charlie um legado inesperado, que poderá vir a mudar o rumo da sua vida.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Quando Humboldt Gift (romance onde as ideias se confundem com as personagens mas as personagens são de carne e osso) foi impresso, em 1975, Saul Bellow era já um peso-pesado das letras. No ano seguinte, o livro ganha o Pulitzer e o seu autor nem mais nem menos do que o Nobel da Literatura, três décadas eram passadas sobre Na Corda Bamba, a sua estreita literária. […] razão teria Philip Roth quando disse que a espinha-dorsal da literatura norte-americana do século XX assenta em William Faulkner e Saul Bellow. Martin Amis chamou-lhe “uma força da natureza” e o ensaísta Roger Shattuck afirmou: “Bellow é incapaz de escrever uma página desinteressante”. Lemos as 527 páginas de “O Legado de Humboldt” e confirmamos: não nos enfastiámos uma única vez. […] Se acrescentarmos agora que O Legado de Humboldt é uma mistura arrebatadora de Marx Brothers, Kafka e "Eclesiastes", antroposofia, capitalismo e poesia, não estaremos a enganar demasiado o leitor. Domina-o um ambiente burlesco e caótico, e é neste que se projecta o desejo de imortalidade e a busca do sagrado. O início antecipa uma morte anunciada e o fim decorre num cemitério (a última cena é das coisas mais comoventes e simultaneamente mais hilariantes que Bellow escreveu).»
Ana Cristina Leonardo, Expresso «Bellow no seu melhor – divertido, vibrante, irónico, cheio de autoescárnio e sabedoria.»
San Francisco Examiner

«Um livro que alterou por completo a minha perspetiva sobre as possibilidades da literatura moderna.»
Justin Cartwright

«Bellow é incapaz de escrever uma página desinteressante.»
Roger Shattuck, The New York Review of Books

«Um romance de ideias que tem o encanto de desconfiar das ideias.»
Richard Todd, The Atlantic Monthly

DETALHES DO PRODUTO

O Legado de Humboldt
ISBN: 9789897220036
Edição/reimpressão: 04-2012
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000321
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 233 x 31 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 528
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance

sobre Saul Bellow

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1976

Escritor norte-americano de etnia judaica, Saul Bellow nasceu a 10 de junho de 1915 em Lachine, nas cercanias de Montreal, no Canadá. Filho de judeus russos que haviam imigrado dois anos antes do seu nascimento, viveu num bairro desfavorecido de Montreal até 1924, altura em que a família se decidiu mudar para Chicago.
A sua mãe faleceu em 1932 mas, apesar do desgosto profundo que sofreu, Saul Bellow conseguiu ser admitido no curso de Literatura Inglesa da Universidade de Chicago. Acabou no entanto por pedir transferência para a Northwestern University , de onde obteve um diploma em Antropologia e Sociologia em 1937.
Matriculou-se depois num curso de pós-graduação na Universidade de Wisconsin, que logo abandonou, casando-se e decidindo tornar-se escritor a tempo inteiro. Na obrigação de sustentar a sua nova família, começou a lecionar na Escola Normal Pestalozzi-Froebel de Chicago em 1938, e aí permaneceu até 1942, iniciando então uma colaboração com o departamento editorial da Enciclopédia Britânica.
No ano de 1944, e no âmbito da entrada dos Estados Unidos da América na Segunda Guerra Mundial, foi destacado para a Marinha Mercante. Não foi destacado para a Marinha de Guerra devido à sua ascendência russa e às simpatias que nutria na época pelos ideais de esquerda.
A vida a bordo proporcionou-lhe o tempo e a disposição necessárias ao retomar da escrita e, assim, publicou nesse mesmo ano de 1944 o seu primeiro romance, The Dangling Man . A obra, em parte autobiográfica, conta a história de um jovem que atravessa uma crise ao saber que vai ser recrutado. Em 1947 foi a vez da segunda, The Victim.
Em 1948 recebeu uma bolsa da Fundação Guggenheim, e partiu para a Europa, passando cerca de dois anos em Paris. Aí compôs The Adventures Of Augie March (1953), que lhe valeu o National Book Award no ano seguinte ao da sua publicação.
O seu sucesso como romancista foi continuado com obras como Seize The Day (1956) e Herzog (1964), relato das desventuras de Moses Herzog, um intelectual judeu que enlouquece e que, para sobreviver às suas tendências suicidas, escreve cartas a Deus e a filósofos desaparecidos. No ano de 1976 recebeu o Prémio Pulitzer na categoria de Ficção pela publicação de Humboldt's Gift (1975), romance em que descreve o percurso de um escritor de sucesso, Charlie Citrine, a quem falta talento. Nesse ano de 1976 foi também galardoado com o Prémio Nobel da Literatura.
Faleceu a 5 de abril de 2005, na sua residência em Massachussetts, aos 89 anos.

Saul Bellow. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011.
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