A Piada Infinita
Obra-prima publicada em 1996. Um dos maiores romances do séc. XX, mas anuncia o séc. XXI e tornou-se num dos romances mais influentes do nosso tempo.
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SINOPSE
Entre a comédia mais tresloucada e a reflexão filosófica mais pertinente sobre uma sociedade e os seus vícios, sobre as relações familiares e o papel do entretenimento nas nossas vidas, A Piada Infinita é um daqueles raros romances que inauguram um novo género no momento em que são publicados.
Situada num futuro próximo, a ação de A Piada Infinita decorre entre a Academia de Ténis Enfield e a Ennet House, um centro de reabilitação de alcoólicos e toxicodependentes, em que o leitor acompanha a desestruturada família Incandenza. No centro da narrativa está um filme realizado por James Orin Incandenza Jr., intitulado precisamente A Piada Infinita, do qual se diz que deixa os espectadores num estado de apatia permanente, incapazes de se preocuparem com outra coisa que não seja ver o filme novamente.
Sátira aos costumes da sociedade de consumo, devaneio pós-moderno contra os excessos do pós-modernismo, lírico e erudito, lúdico e realista, A Piada Infinita, nas suas contradições e fôlego imenso, é um livro que escapa a qualquer definição e, mais do que uma obra sobre o nosso futuro coletivo, parece uma obra vinda de um universo diferente do nosso, justificando o que a romancista Zadie Smith escreveu sobre Wallace:
«Um visionário, um artesão, um cómico e tão sério quanto se pode ser sem escrever um texto religioso. É tão moderno que parece habitar um contínuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja.»
Situada num futuro próximo, a ação de A Piada Infinita decorre entre a Academia de Ténis Enfield e a Ennet House, um centro de reabilitação de alcoólicos e toxicodependentes, em que o leitor acompanha a desestruturada família Incandenza. No centro da narrativa está um filme realizado por James Orin Incandenza Jr., intitulado precisamente A Piada Infinita, do qual se diz que deixa os espectadores num estado de apatia permanente, incapazes de se preocuparem com outra coisa que não seja ver o filme novamente.
Sátira aos costumes da sociedade de consumo, devaneio pós-moderno contra os excessos do pós-modernismo, lírico e erudito, lúdico e realista, A Piada Infinita, nas suas contradições e fôlego imenso, é um livro que escapa a qualquer definição e, mais do que uma obra sobre o nosso futuro coletivo, parece uma obra vinda de um universo diferente do nosso, justificando o que a romancista Zadie Smith escreveu sobre Wallace:
«Um visionário, um artesão, um cómico e tão sério quanto se pode ser sem escrever um texto religioso. É tão moderno que parece habitar um contínuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja.»
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CRÍTICAS DE IMPRENSA
«(David Foster Wallace) Parece habitar um contínuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja.»
Zadie Smith
Zadie Smith
«Um dos romances-evento da década, e um marco literário sobre o qual é possível recorrer com alguma confiança ao velho chavão sobre a ficção americana nunca mais ter voltado a ser a mesma: a fasquia para os sucessores (foi) elevada à altura de um arranha-céus.»
Rogério Casanova, Público
«Em 1996, David Foster Wallace escreveu um romance sobre a América num futuro próximo, um mundo dominado pelo digital e pela perseguição obsessiva do entretenimento. É uma epopeia alucinante.»
Isabel Lucas, Público
«Este livro apresenta Wallace como um dos grandes talentos da sua geração, um escritor tão talentoso que, aparentemente, pode fazer qualquer coisa.»
The New York Times
«Uma exibição virtuosa de estilos e temas. Há uma inteligência generosa e uma paixão autêntica em cada página.»
Time
«O mais cerebral e prolífico dos jovens mestres.»
Los Angeles Times Book Review
«Um mestre americano contemporâneo que opera no limite, questionando incessantemente o louco mundo em que vive.»
The Guardian
«Não restam dúvidas que o talento de Wallace é enorme e a sua imaginação ilimitada.»
San Francisco Chronicle
«Um livro grande e brilhante. Wallace é um assombroso contador de histórias.»
The New York Observer
«Wallace canta-nos uma canção num tom que nunca ouvimos.»
Robert McCrum, Observer
Rogério Casanova, Público
«Em 1996, David Foster Wallace escreveu um romance sobre a América num futuro próximo, um mundo dominado pelo digital e pela perseguição obsessiva do entretenimento. É uma epopeia alucinante.»
Isabel Lucas, Público
«Este livro apresenta Wallace como um dos grandes talentos da sua geração, um escritor tão talentoso que, aparentemente, pode fazer qualquer coisa.»
The New York Times
«Uma exibição virtuosa de estilos e temas. Há uma inteligência generosa e uma paixão autêntica em cada página.»
Time
«O mais cerebral e prolífico dos jovens mestres.»
Los Angeles Times Book Review
«Um mestre americano contemporâneo que opera no limite, questionando incessantemente o louco mundo em que vive.»
The Guardian
«Não restam dúvidas que o talento de Wallace é enorme e a sua imaginação ilimitada.»
San Francisco Chronicle
«Um livro grande e brilhante. Wallace é um assombroso contador de histórias.»
The New York Observer
«Wallace canta-nos uma canção num tom que nunca ouvimos.»
Robert McCrum, Observer
DETALHES DO PRODUTO
A Piada Infinita
ISBN:
9789895821402
Edição/reimpressão:
02-2026
Editor:
Quetzal Editores
Código:
000068001927
Coleção:
Serpente Emplumada
Idioma:
Português
Dimensões:
148 x 234 x 51 mm
Encadernação:
Capa mole
Páginas:
1200
Tipo de Produto:
Livro
Classificação Temática:
Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada:
Não aplicável
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A Piada Infinita
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