A Piada Infinita

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SINOPSE

Uma comédia colossal, brilhante, sobre a procura da felicidade e todos os males do nosso tempo.

A obra-prima de David Foster Wallace.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«(David Foster Wallace) Parece habitar um continuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja.»
Zadie Smith

«Um dos romances-evento da década, e um marco literário sobre o qual é possível recorrer com alguma confiança ao velho chavão sobre a ficção americana nunca mais ter voltado a ser a mesma: a fasquia para os sucessores (foi) elevada à altura de um arranha-céus.»
Rogério Casanova, in Público

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

A não perder!
Ricardo W. Bertrand Livreiros Marshopping |2019-05-19
"A Piada Infinita" é uma obra incontornável do panorama literário americano contemporâneo; Idealiza um futuro em que os Estados Unidos, o Canadá e o México estariam unidos num único super-estado. Obra brilhante, caracterizada pela sua inovadora e invulgar estrutura narrativa, foi eleito pela Times Magazine como um dos 100 melhores romances da língua inglesa, um romance pós-moderno que já ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas em todo mundo desde o seu lançamento. A não perder.

DETALHES DO PRODUTO

A Piada Infinita
ISBN:9789897220630
Edição/reimpressão:11-2012
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000381
Idioma:Português
Dimensões:149 x 232 x 52 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:1200
Tipo de Produto:Livro
David Foster Wallace nasceu em 1962, Ithaca, Nova Iorque. Estudou Inglês e Filosofia, e, durante a adolescência, foi praticante federado de ténis, uma atividade que viria a ser essencial na sua obra de ficção e de não ficção. Publicou o primeiro romance, The Broom of The System, em 1987, um livro influenciado por um dos seus ídolos literários, Thomas Pynchon, e que recebeu críticas bastante positivas da imprensa na altura. O segundo romance só apareceu nove anos depois, na forma das mais de mil páginas da colossal, delirante e inovadora obra A Piada Infinita (Quetzal, 2012). A revista Time considerou-a um dos cem melhores romances de língua inglesa publicados desde 1923. No período entre a publicação dos dois romances, Wallace deu aulas de Literatura no Emerson College, em Boston, escreveu contos e artigos para a imprensa, entre os quais o muito influente E Unibus Pluram: a Televisão e a Ficção Americana, uma reflexão sobre as tendências da nova ficção americana. As coletâneas de ensaios e de artigos jornalísticos Uma Coisa supostamente Divertida Que nunca mais Vou Fazer (1997) e Pensem na Lagosta (2005) confirmaram Wallace como um dos escritores mais originais da sua geração, capaz de transformar um texto sobre o tenista Roger Federer numa obra de arte. O sucesso e o reconhecimento da crítica e do público não aliviaram, porém, os problemas de depressão que Wallace enfrentou ao longo de toda a vida. Em 2008, com apenas 46 anos, David Foster Wallace suicidou-se. Com base no trabalho que deixou incompleto, o seu editor norteamericano decidiu publicar, em 2011, o romance póstumo O Rei Pálido, testamento literário de um génio da literatura universal que agora, após a edição de Uma Coisa supostamente Divertida Que Nunca Mais Vou Fazer – Ensaios (2013), a Quetzal tem a honra de apresentar.
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