


Manuel Jorge Marmelo
biografia
Manuel Jorge Marmelo nasceu em 1971, no Porto. Foi jornalista de 1989 a 2012. Em 1994 ganhou o prémio de jornalismo da Lufthansa e em 1996 a menção honrosa dos Prémios Gazeta de Jornalismo do Clube de Jornalismo/ Press Club.
Estreou-se na literatura em 1996 com o livro O Homem Que Julgou Morrer de Amor. Os mais de vinte títulos que tem publicados incluem romances, crónicas, livros infantis e contos, tendo conquistado, em 2005, o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco com O Silêncio de Um Homem Só. É autor de, entre outros, O Amor É para Os Parvos, Aonde o Vento Me Levar, As Mulheres Deviam Vir com Livro de Instruções, As Sereias do Mindelo, Uma Mentira Mil Vezes Repetida (Prémio Correntes d’Escritas), Somos Todos Um Bocado Ciganos e O Tempo Morto É Um Bom Lugar – todos publicados pela Quetzal.
Desde julho de 2001, o seu nome consta do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, da Porto Editora, sendo o mais jovem dos nomes biografados.
Estreou-se na literatura em 1996 com o livro O Homem Que Julgou Morrer de Amor. Os mais de vinte títulos que tem publicados incluem romances, crónicas, livros infantis e contos, tendo conquistado, em 2005, o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco com O Silêncio de Um Homem Só. É autor de, entre outros, O Amor É para Os Parvos, Aonde o Vento Me Levar, As Mulheres Deviam Vir com Livro de Instruções, As Sereias do Mindelo, Uma Mentira Mil Vezes Repetida (Prémio Correntes d’Escritas), Somos Todos Um Bocado Ciganos e O Tempo Morto É Um Bom Lugar – todos publicados pela Quetzal.
Desde julho de 2001, o seu nome consta do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, da Porto Editora, sendo o mais jovem dos nomes biografados.
livros
Se sentarmos um macaco a uma máquina de escrever por tempo indeterminado e sem limite, o animal acabará por conseguir escrever uma obra-prima da literatura à altura de Shakespeare ou de Cervantes. Isto diz a Teoria do Macaco Infinito. Pegando nesta tão extraordinária quanto absurda teoria, Marmelo escreveu uma metáfora sobre a criação: Paulo Piconegro é o dono paralítico (e não menos ressabiado) de uma casa de meninas; Wakaso é o negro chegado do outro lado do Mediterrâneo que o serve, um criado absolutamente disponível e servil, manso e eficaz como um eletrodoméstico. Maria do Socorro é a sua escrava sexual e a rapariga mais bonita do Bar Mitzvá. Piconegro planeou uma vingança cruel, concentrando em Wakaso o difuso ódio e a misantropia que até aí cultivara como a uma flor morta. Mas da sua condição de escravo de Piconegro agrilhoado à máquina de escrever horas e horas sem fim, Wakaso sairá vencedor.
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