Testamento de VGM

Testamento de VGM

ISBN:9789897225857
Edição/reimpressão:09-2019
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000908
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SINOPSE

Neste poema autobiográfico (e de balanço de vida) escrito por altura do seu sexagésimo aniversário à maneira de um testamento, Vasco Graça Moura vai buscar inspiração à matriz de François Villon, poeta maldito da Idade Média francesa, mais concretamente ao seu poema «Le testament». Inicia-se este (de 1461) com a referência de Villon ao seu trigésimo aniversário («en l’an de mon trentième âge»). Graça Moura replica-o (dobrando o número de anos) no primeiro verso deste livro, em que se lê «no ano em que sou duplo trintão».

Estas baladas cantam os amores, trabalhos, filhos, amigos, inimigos, a cidade natal, o ofício literário, a paixão pela pintura e a sua natureza mais íntima.
No ano em que se completam cinco anos desde a morte de Vasco Graça Moura, e no ano em que completaria 77 anos, a Quetzal recupera este extraordinário poema cheio de humor, autoironia e ternura.
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DETALHES DO PRODUTO

Testamento de VGM
ISBN:9789897225857
Edição/reimpressão:09-2019
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000908
Idioma:Português, Francês
Dimensões:132 x 205 x 12 mm
Encadernação:Capa dura
Páginas:80
Tipo de Produto:Livro
Personagem polifacetada da vida cultural portuguesa (Foz do Douro, 3 de janeiro de 1942 — Lisboa, 27 de abril 2014). Poeta, romancista, ensaísta, tradutor, foi secretário de Estado de dois Governos provisórios, desempenhou funções diretivas na RTP, na Imprensa Nacional e na Comissão para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Em 1999, foi eleito deputado ao Parlamento Europeu. Para ele, a poesia "é uma questão de técnica e de melancolia", crescendo d' A Furiosa Paixão pelo Tangível através de uma densa rede metafórica que combina a intertextualidade, relacionada especialmente com Camões, Jorge de Sena, Dante, Shakespeare e Rilke, objetos privilegiados de estudo deste autor, e uma tendência ironicamente discursivista assente na agilidade sintática. É autor de três ensaios sobre Camões: Luís de Camões: Alguns Desafios (1980), Camões e a Divina Proporção (1985) e Sobre Camões, Gândavo e Outras Personagens (2000). Em 1996, a sua obra foi reunida em volume. Dos títulos deste autor, podemos salientar Concerto Campestre, os romances Quatro Últimas Canções (1987) e Meu Amor Era de Noite (2001), os livros de poesia Uma Carta no Inverno, que lhe valeu o prémio da APE, e Poemas com Pessoas (ambos de 1997). Recebeu o Prémio Pessoa em 1995 e a medalha de ouro da Comuna de Florença em 1998, ambos atribuídos à sua tradução da Divina Comédia de Dante.
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