Romanceiro Cigano seguido de Pranto por Ignacio Sánchez Mejías

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SINOPSE

Além dos clássicos italianos primaciais (Dante, Petrarca) e dos dramaturgos franceses do século xvii (Racine, Corneille e Molière), Vasco Graça Moura também se dedicou à tradução de poetas europeus do século xx, como Rainer Maria Rilke ou Federico García Lorca.

A presente tradução, que agora se publica em versão bilingue, apresenta duas vertentes da obra poética de Lorca, que se materializam em dois livros: Romanceiro Cigano, de sabor mais popular, em que se cantam o amor, a morte, o dia, a noite e a paisagem, e em que o efeito quase surrealista tem que ver com o recurso a várias tradições líricas; e Pranto por Ignacio Sánchez Mejías, poema fúnebre em memória de um toureiro célebre, com uma composição mais elaborada (em que surge, por exemplo, o decassílabo) e que Vasco Graça Moura elege como um dos grandes poemas trágicos do século xx: «Põe em presença o homem, as suas capacidades de razão, de sensibilidade e de coragem, a enfrentar a fúria bruta da irracionalidade numa coreografia da morte e do destino em quatro andamentos de extraordinária musicalidade.»
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DETALHES DO PRODUTO

Romanceiro Cigano seguido de Pranto por Ignacio Sánchez Mejías
ISBN:9789897225628
Edição/reimpressão:05-2019
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000894
Idioma:Português
Dimensões:149 x 233 x 12 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:160
Tipo de Produto:Livro
Personagem polifacetada da vida cultural portuguesa (Foz do Douro, 3 de Janeiro de 1942 — Lisboa, 27 de Abril 2014). Poeta, romancista, ensaísta, tradutor, foi secretário de Estado de dois Governos provisórios, desempenhou funções diretivas na RTP, na Imprensa Nacional e na Comissão para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Em 1999, foi eleito deputado ao Parlamento Europeu. Para ele, a poesia "é uma questão de técnica e de melancolia", crescendo d' A Furiosa Paixão pelo Tangível através de uma densa rede metafórica que combina a intertextualidade, relacionada especialmente com Camões, Jorge de Sena, Dante, Shakespeare e Rilke, objetos privilegiados de estudo deste autor, e uma tendência ironicamente discursivista assente na agilidade sintática. É autor de três ensaios sobre Camões: Luís de Camões: Alguns Desafios (1980), Camões e a Divina Proporção (1985) e Sobre Camões, Gândavo e Outras Personagens (2000). Em 1996, a sua obra foi reunida em volume. Dos títulos deste autor, podemos salientar Concerto Campestre, os romances Quatro Últimas Canções (1987) e Meu Amor Era de Noite (2001), os livros de poesia Uma Carta no Inverno, que lhe valeu o prémio da APE, e Poemas com Pessoas (ambos de 1997). Recebeu o Prémio Pessoa em 1995 e a medalha de ouro da Comuna de Florença em 1998, ambos atribuídos à sua tradução da Divina Comédia de Dante.
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