O Tango

ISBN: 9789897224232
Edição/reimpressão: 04-2018
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000733
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SINOPSE

O tango, a sua entrada na cultura argentina e universal, é o tema destas seis conferências inéditas de Borges.
Escreve Borges: «Sabemos, ouvindo um tango velho, que houve homens valentes. O tango dá-nos a todos um passado imaginário. Estudar o tango não é inútil, é estudar as diversas vicissitudes da alma.»

Em 1965, Jorge Luis Borges deu quatro conferências sobre tango, que durante muito tempo ficaram esquecidas e que agora se publicam - mais de trinta anos após a morte do escritor. É um Borges luminoso e brilhante, que se permite recitar e cantar durante as conferências, ao mesmo tempo que descreve a origem, os símbolos e os mitos da grande música do Rio de Prata.

Para Borges, o tango surge clandestinamente em Buenos Aires por volta de 1880, em simultâneo com o jazz americano. Era um género perigoso e malvisto, desgraçado, bajofondo. Nestes textos notáveis e coloridos, o retrato de Borges vai além da descrição de uma dança ou de uma melodia - conta a história do porto e dos bairros de Buenos Aires, e do seu violento lirismo de navalha e sangue: «O tango dá-nos a todos um passado imaginário». Por isso, conhecer o tango é conhecer o lado negro da alma portenha, que entrou na literatura com esse universo de compadritos, "mulheres de má fama", histórias de amor e morte, com um tom valente e feliz que depois seria também triste e melodramático.
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DETALHES DO PRODUTO

O Tango
ISBN: 9789897224232
Edição/reimpressão: 04-2018
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000733
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 234 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de Produto: Livro
Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses». Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina. Em 1923, publicou o seu primeiro livro – Fervor de Buenos Aires –, mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade – e os autores que deixam a sua marca. Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973. Morreu em Genebra, em junho de 1986.
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