O Livro de Areia

«Disse-me que o seu livro se chamava Livro de Areia, porque nem o livro nem a areia têm princípio ou fim.»
ISBN: 9789897227943
Edição/reimpressão: 01-2022
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068001122
ver detalhes do produto
14,39€ I
-10%
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
COMPRAR
-10%
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
14,39€ I
COMPRAR
I 10% DE DESCONTO EM CARTÃO
I EM STOCK
I PORTES GRÁTIS

SINOPSE

Publicado em 1975, esta é a derradeira coletânea de contos de Borges. A primeira das histórias aqui reunidas retoma o tema do duplo: os protagonistas de «O outro» são diferentes o suficiente para serem dois e semelhantes o suficiente para serem um. «Ulrica» é a história de um amor fugaz. «O Congresso» descreve uma empresa tão vasta que se confunde com o cosmos e com a soma dos dias. «Undr» e «O espelho e a máscara» são histórias sobre literaturas seculares que consistem numa única palavra, enquanto outras peças imaginam objetos inconcebíveis como um livro com páginas infinitas — um volume imprevisível e ao mesmo tempo monstruoso: o livro de areia, que tomará o tempo e a memória do leitor para sempre.
Ver Mais

DETALHES DO PRODUTO

O Livro de Areia
ISBN: 9789897227943
Edição/reimpressão: 01-2022
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068001122
Idioma: Português
Dimensões: 127 x 197 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Contos
Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses».
Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina.
Em 1923, publicou o seu primeiro livro — Fervor de Buenos Aires — mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez.
A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade — e os autores que deixam a sua marca.
Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973.
Morreu em Genebra, em junho de 1986.
Ver Mais