Éramos Felizes e Não Sabíamos

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avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN: 9789897220241
Edição/reimpressão: 04-2012
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000326
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SINOPSE

Éramos Felizes e Não Sabíamos reúne as crónicas da rubrica irmaolucia, da autoria de Pedro Vieira e exibida no Canal Q desde abril de 2010. De Cavaco Silva a Passos Coelho, de Bento XVI a Khadafi, de Angela Merkel a Dilma Rousseff, a pena inspirada e cáustica do escritor e ilustrador não poupa nenhum dos protagonistas maiores destes tempos em que descobrimos que, afinal, éramos felizes e não sabíamos.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Para rir e descontrair
Henrique Fialho - Livreiro Bertrand La Vie Caldas da Rainha | 2019-05-08
Depois de se estrear no mais nobre dos géneros literários com "Última Paragem, Massamá", Pedro Vieira aventurou-se no reino da crónica. No entanto, estas crónicas têm uma particularidade: foram escritas para serem vistas e ouvidas. Acompanhadas pelos desenhos do autor, deram corpo à rubrica irmaolucia, exibida no Canal Q. A pena de Vieira encontra assunto com facilidade, o autor mostra-se atento aos boatos e às cenas mundanas, colecciona episódios caricatos da vida pública, gosta de disparar contra as forças do poder, sejam elas políticos ou a Santa Madre Igreja. Não sendo exactamente um cronista de costumes, desfaz mitos com uma ironia inteligente e afinada.

DETALHES DO PRODUTO

Éramos Felizes e Não Sabíamos
ISBN: 9789897220241
Edição/reimpressão: 04-2012
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000326
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 233 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Livros > Literatura > Crónicas

sobre Pedro Vieira

Pedro Vieira nasceu em Lisboa em 1975, mas não se nota. Tenta passar por homem do Renascimento, embora as múltiplas atividades em que investe se devam mais à falta de um talento inequívoco. Digamos que está mais perto dos Da Vinci de Já fui ao Brasil do que do génio italiano. É social media manager, porque estas bios não passam sem palavras estrangeiras, e escritor. E faz desenhos e programas na televisão. Mas é sobretudo um vampiro de terceiros, usando transeuntes inocentes para as suas diatribes mais ou menos ficcionadas. É igualmente um frequentador de ruas, vielas e autocarros, o que lhe oferece muita matéria-prima. Casado, com um filho, sofre por vezes dos nervos.
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