Bíblia - Volume II

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SINOPSE

E mostrou-me um rio de água viva, brilhante como cristal, fluindo do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da rua e do rio, de um lado e de outro, estava uma árvore de vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto consoante cada mês; e as folhas da árvore servem para cura das nações. APOCALIPSE 22:1-2. Com Atos dos Apóstolos, Epístolas e Apocalipse fica concluída a publicação do Novo Testamento - trata-se do segundo de uma série de seis volumes que disponibiliza, pela primeira vez em língua portuguesa, a tradução integral da Bíblia Grega. Seguir-se-ão os quatro volumes que reúnem os textos do Antigo Testamento.

Os textos cristãos mais antigos que chegaram até nós são as cartas de Paulo (anteriores, até, aos próprios Evangelhos), que nos dão um retrato inigualável do cristianismo nascente. Dotadas de uma escrita fulgurante, levantam ainda hoje questões tão essenciais quanto incómodas, para cujo equacionamento nos podemos socorrer de outros textos, também contidos no presente volume, que lhes são complementares: as restantes epístolas do cânone do Novo Testamento, o livro de Apocalipse e os Atos dos Apóstolos, livro cuja relação com a epistolografia de Paulo continua a desafiar os estudiosos. A nova religião - que haveria de conquistar o mundo greco-romano e marcar profundamente a história universal - começa aqui a sua história documental. Para a compreendermos nos seus primórdios, urge regressar às fontes, aqui apresentadas numa nova tradução dos originais gregos.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

BIBLIA em galego, no dialeto português.
Roberto Moreno |2019-05-31
Segundo o conceituado historiador Alexandre Herculano em 1874, disse: "A Galiza deu-nos população e língua, e, o português não é senão o dialeto galego civilizado e aperfeiçoado” Diante desta declaração, entre outras (D. Dinis, Humberto Eco ... ) e, no âmbito deste relançamento histórico, da Bíblia em “português”, sugiro que se levante esta questão, ocultada desde 1214 (data do Testamento de D. Afonso II, em “português”) sobre a verdadeira língua de Portugal e nos restantes países da autoproclamada - língua "portuguesa". Já agora, um pouquinho de história Real e cientificamente comprovada: D. Dinis, sexto rei de Portugal, em 1296, por decreto, instituí o português na Chancelaria Real, na redação das leis, nos notários e na poesia, eliminando a palavra Galego, por razões socioculturais e geopolíticas. - Adotou uma língua própria para o reino, tal como o seu avô, espanhol, D. Afonso X, fizera com o castelhano a partir de 1252, também eliminando a palavra Galego, pelas mesmas razões, geopolíticas (embora, ambos continuassem a utilizar o Galego em suas poesias) Portanto, como reza a história e diante dos fatos - A dita língua "portuguesa" foi criada por Decreto, e o Galego foi sumariamente banido, ocultado e torturado durante 8 séculos, para já não falar há mais de dois mil anos, quando se mesclou com o Latim, dando origem ao Galego-latinizado, falado e escrito, hoje, nos seus dialetos luso-afro-brasileiro. Estou à disposição para maiores detalhes sobre este Tema e que é motivo de uma Palestra da Fundação Geolíngua, a quem tiver interesse em História, a sério. Geolingua no wordpress - https://geolingua.wordpress.com/

DETALHES DO PRODUTO

Bíblia - Volume II
ISBN:9789897223471
Edição/reimpressão:03-2017
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000658
Idioma:Português
Dimensões:159 x 239 x 52 mm
Encadernação:Capa dura
Páginas:616
Tipo de Produto:Livro
Frederico Lourenço é docente de línguas clássicas desde que se licenciou em 1988, tendo começado o seu percurso profissional como professor de Latim do ensino secundário. Seguiram-se 20 anos de docência na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde lecionou sobretudo Grego (mas também Latim). Desde 2009, é professor associado com agregação da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e investigador do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da mesma instituição. Além da atividade pedagógica, tem-se dedicado à tradução de obras da Antiguidade Clássica (Homero, Eurípides e outros autores antigos) e também à tradução e ao estudo do Novo Testamento grego e dos Septuaginta. Publicou artigos especializados sobre temas de filologia clássica em algumas das revistas internacionais mais prestigiadas. Recebeu vários prémios pelos seus trabalhos, mais recentemente o Prémio Pessoa, pela tradução em curso da Bíblia na Quetzal.
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