Bíblia - Volume I

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Prémio Pessoa 2016
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SINOPSE

Nova tradução em seis volumes. Tradução do Grego, apresentação, notas e comentários de Frederico Lourenço. Uma nova tradução da Bíblia, na sua forma mais completa - a partir da Bíblia Grega, ou seja, contendo o Novo Testamento e todos os livros do Antigo Testamento. Em suma, a presente tradução dará a ler os 27 livros do Novo Testamento e os 53 do Antigo Testamento grego (em lugar dos 39 do cânone protestante, ou dos 46 do cânone católico). Será, assim, a Bíblia mais completa que jamais existiu em português, apresentada pelo mais importante e rigoroso dos tradutores do Grego clássico, Frederico Lourenço. A chamada Bíblia Grega é a versão mais importante do «Livro dos Livros».

Além de se tratar de uma nova e mais rigorosa tradução do original grego (sem preconceitos ou fins religiosos - o que nos leva, em algumas passagens, a sublinhar diferenças em relação às versões hoje mais correntes), Frederico Lourenço eleva o texto bíblico a uma condição literária que até hoje este nunca teve em português, incluindo notas que esclarecem e contextualizam o texto original. Volume I Novo Testamento: Evangelhos [Mateus, Marcos, Lucas e João] O texto dos quatro Evangelhos canónicos (Mateus, Marcos, Lucas e João) readquire, nesta tradução, uma beleza arrepiante, um ritmo que enleva o leitor e o transporta até à biografia e obras de Cristo.

A singularidade da escrita de Lucas e João aparece finalmente visível em português, quase como se se tratasse da reinvenção do romance moderno. Nunca o texto bíblico foi tão belo na nossa língua.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Uma tradução deliciosa
Lourenço Moura | 2022-02-26
Recebi este livro como prenda de Natal. As já muitas voltas da vida tornaram-me ateu, mas quem mo ofereceu sabia que tenho apreço pelos valores que o Novo Testamento defende, como outras religiões como sejam o Budismo. De qualquer forma, estava à partida algo cético sobre o gosto que esta leitura me iria proporcionar, pois temia que me soubesse a "comida requentada", se me perdoam a metáfora. Contudo fui muito agradavelmente surpreendido. O Frederico Lourenço fez um trabalho extraordinário. Todos sabemos que quando tentamos traduzir um texto de uma língua para outra, com frequência não é fácil ser totalmente bem-sucedido. As ideias que as palavras transmitem quase sempre não têm a perfeita correspondência desejada. Também aqui, nesta tradução a partir do grego essa dificuldade ocorre. Mas as várias possíveis interpretações e dificuldades são expostas com detalhe. Aliás sucede com frequência que as anotações numa dada página são mais longas do que o texto sob análise. Neste caso em que estamos perante textos que nos são bem conhecidos e que na nossa memória ficaram gravados a partir do que terão sido traduções a partir do latim (e sob orientações da Igreja Católica Romana) e agora os relemos com este olhar refrescado, a sensação de surpresa é frequente. Por diversas vezes somos confrontados com uma grande diferença entre o que "conhecíamos" e a interpretação agora apresentada. Foi, pois, uma leitura muito interessante. Este trabalho do Frederico Lourenço demonstra à evidência o sentido que fazem as "verdades dos livros sagrados" quando nos são expostas como dogmas que não se podem por em causa pois assim estão escritos...
A Bíblia em Galego no dialeto português, assim é que é.
Roberto Moreno | 2016-09-21
Segundo o conceituado historiador Alexandre Herculano em 1874, disse: "A Galiza deu-nos população e língua, e o português não é senão o dialeto galego civilizado e aperfeiçoado” Diante desta declaração entre outras (D. Dinis, Humberto Eco ... ) e, no âmbito deste relançamento histórico, da Bíblia em “português”, sugiro que se levante esta questão, ocultada desde 1214 (data do Testamento de D. Afonso II, em “português”) sobre a verdadeira língua de Portugal e nos restantes países da autoproclamada - língua "portuguesa". Já agora, um pouquinho de história Real e cientificamente comprovada: D. Dinis, sexto rei de Portugal, em 1296, por decreto, instituí o português na Chancelaria Real, na redação das leis, nos notários e na poesia, eliminando a palavra Galego, por razões socioculturais e geopolíticas. - Adotou uma língua própria para o reino, tal como o seu avô, espanhol, D. Afonso X, fizera com o castelhano a partir de 1252, também eliminando a palavra Galego, pelas mesmas razões, geopolíticas (embora, ambos continuassem a utilizar o Galego em suas poesias). - Portanto, como reza a história e, diante dos fatos (factos) - A dita língua "portuguesa" foi criada por Decreto, e, o Galego foi sumariamente banido, ocultado e torturado durante 8 séculos, para já não falar há mais de 2 mil anos, quando se mesclou com o Latim, dando origem ao Galego-latinizado (conhecido como latim vulgar) e que se fala hoje, principalmente no Brasil e em Portugal, nos seus dois dialetos, o português e o brasileiro. Estou à disposição para maiores detalhes sobre este Tema e que é motivo de uma Palestra da Fundação Geolíngua, a quem tiver interesse em História, a sério. Geolingua no wordpress - https://geolingua.wordpress.com/

DETALHES DO PRODUTO

Bíblia - Volume I
ISBN: 9789897223235
Edição/reimpressão: 09-2016
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000634
Idioma: Português
Dimensões: 157 x 239 x 39 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 424
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Religião e Moral > Estudos Bíblicos
Ensaísta, tradutor, ficcionista e poeta, Frederico Lourenço nasceu em Lisboa, em 1963, e é professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Traduziu a Ilíada e a Odisseia de Homero, tragédias de Sófocles e de Eurípides, e peças de Goethe, Schiller e Arthur Schnitzler. Em 2016 iniciou na Quetzal a publicação dos seis volumes da sua tradução da Bíblia (que lhe valeu o Prémio Pessoa); em 2019 publicou uma Nova Gramática do Latim; em 2020, Poesia Grega de Hesíodo a Teócrito (edição bilingue em grego e português) e Latim do Zero a Vergílio em 50 Lições; e, em 2021, Bucólicas de Vergílio (edição bilingue em latim e português). No domínio da ficção, é autor de Pode Um Desejo Imenso (2002), que a Quetzal agora reedita.
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