A Memória de Shakespeare

ISBN: 9789897222825
Edição/reimpressão: 03-2016
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000585
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SINOPSE

A ideia para este conto terá surgido a Borges durante um sonho. Tudo o resto ter-se-á desvanecido, exceto a frase: «Eu vendo-lhe a memória de Shakespeare.» A partir daí, Borges construiu esta extraordinária história em que Hermann Soergel, um estudioso de Shakespeare, encontra um homem, Daniel Thorpe, que afirma ter a memória de Shakespeare e o dom de poder passá-la a quem a quiser receber. E Soergel desejou-o, não sabendo, porém, que chamava a si uma maldição. É este conto homónimo que dá título ao primeiro conjunto de ficções deste volume.
O segundo conjunto de textos reúne Nove Ensaios Dantescos. A presente obra é o décimo volume que a Quetzal publica no âmbito das Obras de Jorge Luis Borges.
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DETALHES DO PRODUTO

A Memória de Shakespeare
ISBN: 9789897222825
Edição/reimpressão: 03-2016
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000585
Idioma: Português
Dimensões: 127 x 196 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 120
Tipo de Produto: Livro
Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses». Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina. Em 1923, publicou o seu primeiro livro – Fervor de Buenos Aires –, mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade – e os autores que deixam a sua marca. Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973. Morreu em Genebra, em junho de 1986.
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