Amin Maalouf
notícias
Leão, o Africano regressa às livrarias.
2020-01-16 / Vencedor do Prémio Gulbenkian 2019, o escritor e ensaísta Amin Maalouf regressa ao catálogo da Quetzal Editores. Com tradução de Maria da Graça Morais Sarmento, Leão, o Africano chega às livrarias a 31 de janeiro.
biografia
Amin Maalouf, nascido no Líbano, é jornalista e romancista. Venceu o Prix Maison de la Presse, o Prémio Goncourt, o Prémio Príncipe das Astúrias, o Prémio Calouste Gulbenkian e foi agraciado pela Ordem Nacional do Mérito francesa com o grau de Grande-Oficial. É membro da Academia Francesa desde 2011 e seu secretário vitalício desde 2022. Foi chefe de redação, e mais tarde, editor do Jeune Afrique. Durante doze anos, foi repórter, tendo realizado missões em mais de sessenta países.
A maior parte dos seus livros apresenta um cenário histórico e, à semelhança de Umberto Eco, Orhan Pamuk e Arturo Pérez-Reverte, Maalouf combina factos históricos fascinantes com fantasia e conceitos filosóficos. Numa entrevista, afirmou que o seu papel enquanto escritor consiste em criar «mitos positivos».
Escritas com a habilidade de um magnífico contador de histórias, as obras de Maalouf dão-nos uma visão apurada dos valores e comportamentos de diferentes culturas do Médio...
A maior parte dos seus livros apresenta um cenário histórico e, à semelhança de Umberto Eco, Orhan Pamuk e Arturo Pérez-Reverte, Maalouf combina factos históricos fascinantes com fantasia e conceitos filosóficos. Numa entrevista, afirmou que o seu papel enquanto escritor consiste em criar «mitos positivos».
Escritas com a habilidade de um magnífico contador de histórias, as obras de Maalouf dão-nos uma visão apurada dos valores e comportamentos de diferentes culturas do Médio...
Amin Maalouf, nascido no Líbano, é jornalista e romancista. Venceu o Prix Maison de la Presse, o Prémio Goncourt, o Prémio Príncipe das Astúrias, o Prémio Calouste Gulbenkian e foi agraciado pela Ordem Nacional do Mérito francesa com o grau de Grande-Oficial. É membro da Academia Francesa desde 2011 e seu secretário vitalício desde 2022. Foi chefe de redação, e mais tarde, editor do Jeune Afrique. Durante doze anos, foi repórter, tendo realizado missões em mais de sessenta países.
A maior parte dos seus livros apresenta um cenário histórico e, à semelhança de Umberto Eco, Orhan Pamuk e Arturo Pérez-Reverte, Maalouf combina factos históricos fascinantes com fantasia e conceitos filosóficos. Numa entrevista, afirmou que o seu papel enquanto escritor consiste em criar «mitos positivos».
Escritas com a habilidade de um magnífico contador de histórias, as obras de Maalouf dão-nos uma visão apurada dos valores e comportamentos de diferentes culturas do Médio Oriente, de África e do mundo mediterrânico.
A maior parte dos seus livros apresenta um cenário histórico e, à semelhança de Umberto Eco, Orhan Pamuk e Arturo Pérez-Reverte, Maalouf combina factos históricos fascinantes com fantasia e conceitos filosóficos. Numa entrevista, afirmou que o seu papel enquanto escritor consiste em criar «mitos positivos».
Escritas com a habilidade de um magnífico contador de histórias, as obras de Maalouf dão-nos uma visão apurada dos valores e comportamentos de diferentes culturas do Médio Oriente, de África e do mundo mediterrânico.
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livros
A autobiografia imaginada de uma apaixonante figura histórica: o geógrafo Hassan al-Wazzan, que ficou conhecido como Jean-Léon de Médicis, ou Leão, o Africano. Em 1518, no regresso de uma peregrinação a Meca, o embaixador magrebino é capturado por piratas sicilianos que o oferecem de presente a Leão X, o grande papa da Renascença. A sua vida, feita de aventuras, paixões e perigos, é marcada pelos grandes acontecimentos do seu tempo: durante a Reconquista, encontrava-se em Granada, de onde teve de fugir à Inquisição, acompanhado pela família; estava no Egipto aquando da sua tomada pelos Otomanos; na África negra, durante o apogeu de Askia Mohamed Touré; e em Roma, no período áureo do Renascimento e no momento do saque da cidade pelos soldados de Carlos V.
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Leão, o Africano regressa às livrarias.
2020-01-16 / Vencedor do Prémio Gulbenkian 2019, o escritor e ensaísta Amin Maalouf regressa ao catálogo da Quetzal Editores. Com tradução de Maria da Graça Morais Sarmento, Leão, o Africano chega às livrarias a 31 de janeiro.