Leão, O Africano

Leão, O Africano

O grande romance de Amin Maalouf
ISBN:9789725648407
Edição/reimpressão:01-2010
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000072
Coleção:Mediterrâneo
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura.

A autobiografia imaginada de uma apaixonante figura histórica: o geógrafo Hasan as-Wazzan, que ficou conhecido como Jean-Léon de Médicis, ou Leão, o Africano. Em 1518, no regrasso de uma peregrinação a Meca, o embaixador magrebino é capturado por piratas sicilianos que o oferecem de presente a Leão X, o grande papa da Renascença. A sua vida, feita de aventuras, paixões e perigos, é marcada pelos grandes acontecimentos do seu tempo: durante a Reconquista, encontrava-se em Granada, de onde teve de fugir à Inquisição, acompanhado pela família; esava no Egipto aquando da sua tomada pelo Otomanos; na África negra, durante o apogeu de Askia Mohamed Touré; e em Roma no período áureo do Renascimento e no momento do saque da cidade pelo soldados de Carlos V. Figura do Oriente e do Ocidente, homem de África e da Europa, Leão, o Africano viveu em pleno o fascinante século XVI.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Um grande romance histórico sobre a cultura islâmica no tempo de Colombo.»
Publishers Weekly

«Malouf no seu melhor.»
The New York Times Book Review

DETALHES DO PRODUTO

Leão, O Africano
ISBN:9789725648407
Edição/reimpressão:01-2010
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000072
Coleção:Mediterrâneo
Idioma:Português
Dimensões:145 x 226 x 19 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:416
Tipo de Produto:Livro
Escritor e jornalista libanês, Amin Maalouf nasceu em 1949, em Beirute, na confissão católica árabe. Filho de Ruchdi Maalouf, um escritor, professor e jornalista, frequentou os colégios jesuítas de Beirute e, após a conclusão dos seus estudos em Economia e Sociologia, continuou a longa tradição familiar no Jornalismo.
Inserido no an-Nahar, um jornal libanês de importância, foi enviado para países como a Argélia, a Índia, o Bangladesh, a Etiópia, a Somália e o Quénia, muitas das vezes para fazer a cobertura de guerras e conflitos armados.
Em 1975, uma onda de violência assolou o Líbano e, com o rebentamento de uma guerra civil, Amin Maalouf optou, em 1977, por se exilar com a família em Paris, onde continuou a exercer a carreira, contribuindo para o Jeune Afrique e para a edição internacional do an-Nahar. Em 1983 publicou o seu primeiro livro, "As Cruzadas Vistas Pelos Árabes", obra escrita na língua francesa, e que teve por grande mérito dar a possibilidade não só ao público, como também aos historiadores, de aceder às fontes árabes medievais nos capítulos respeitantes à História das Cruzadas, reescrevendo assim convicções mantidas ao longo de quase mil anos.
Em 1986 fez a sua estreia no romance com "O Leão Africano", que conta a história de um geógrafo, Hassan Al-Wazzan, nas suas deambulações, desde a Granada onde nasceu, pela bacia do Mediterrâneo e por terras africanas até à sua residência em Fez. Amplamente autobiográfico, o livro relembra os episódios do exílio do próprio Maalouf.
Cultivando a ideia de que a harmonia universal entra em conflito com o sistema de convicções humano, publicou "O Jardim da Luz" em 1991. Recriando a vida de Mani, tenta mostrar que a beleza da tolerância é um bem frágil nas mãos dos poderes convencionais. Publicaria ainda Le "Rocher de Tanios" (1993), "Les Echelles Du Levant" (1996) e "Les Identités Meurtrières" (1998).
No ano de 2000, escreveu um libretto de ópera "L'Amour de Loin", que reconta os amores do trovador do século XII Jaufre Raudel pela Condessa de Tripoli. Com o arranjo musical da compositora finlandesa Kaija Saariaho, a ópera estreou em Salzburgo em 2000 e em Paris no ano seguinte, sob a direção de Peter Sellars.
Embora não tivesse empreendido grandes viagens desde a sua chegada a França, Maalouf visitou o seu país natal em 1994. Não obstante, grande parte da sua obra foi escrita no retiro de uma cabana de pescador algures numa ilha do Canal da Mancha.
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