Uma Senhora Nunca

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SINOPSE

A resistência aos turbilhões sentimentais, a vitória da vida sobre o tempo que nos devora. Maria Laura é senhora desde que nasceu. Oriunda de uma família antiga e latifundiária, nunca trabalhou um dia na vida. Casa-se, tem filhos, gere um país próprio - o apartamento onde mora numa zona rica de Lisboa. Cuida de vivos e mortos com uma devoção cristã. Depois, enlouquece de medo e de rancor perante todas as mudanças que vêm com a Revolução de Abril de 1974. Esta é a vida de Maria Laura, da sua insignificância e das suas memórias familiares, mas também é a história de um amor proibido, filho do marido, a da obsessão em cumprir regras que nunca discutiu, a da demência que é a antecâmara da morte - e a resistência aos turbilhões sentimentais, a vitória da vida sobre o tempo que nos devora. Esta é também uma história romântica, violenta e voluptuosa da vida dos seus pais e filhos, extensões naturais dos braços tentaculares da Senhora. E uma narrativa natural, intimista e sexual do século xx: uma família que vive com o poder e a glória - e que tudo perde com o 25 de Abril.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um olhar sobre o lado humano da Revolução dos Cravos
Henrique Antunes - Bertrand Chiado |2019-05-23
Maria Laura é uma mulher fascinante. Muitas vezes irritante e quase sempre incompreensível. É preciso recuar no tempo e ir novamente a 1974, ao dia da revolução e começar a compreender. Não, minto, é preciso ir mais atrás. E mais ainda. É preciso olhar em volta e perceber o espaço e o tempo envolvente para começar a perceber esta mulher, esta vida fascinante. A crítica social está presente, claro. Como disse não seria possível perceber esta mulher, a sua família, as suas atitudes, sem perceber o país, o regime, a sociedade, a igreja de então. A hipocrisia. A moral. E esta parte do livro é impressionante. Mas o que me fascinou neste livro foram duas mulheres. Maria Laura e Glória. As suas atitudes, as relações com os que as rodeavam. As várias camadas que tinham. Não há heroínas nesta história, tal como não as há na vida real. Há pessoas que cometem erros, que acertam, que fazem asneiras com a melhor das intenções ou que acertam por acaso, porque o objectivo era outro. E são essas pessoas que moram nestas páginas. São essas mulheres que têm voz pela mão da Patrícia Müller. E como ambas são fascinantes.
Precer bem
Suzete Araújo - Livraria Fórum Algarve |2019-03-08
Toda uma sociedade, toda uma família, a inquietação de sofrer muitas vezes sozinha. A autora presenteia-nos com esta obra que mostra o seio de uma família portuguesa com os seus valores e extacto social particular, onde poderá vir a perder tudo. Será que essa devoção e o parecer bem aos outros revela pessoas felizes?

DETALHES DO PRODUTO

Uma Senhora Nunca
ISBN:9789897222962
Edição/reimpressão:04-2016
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000604
Idioma:Português
Dimensões:149 x 233 x 23 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:280
Tipo de Produto:Livro
Patrícia Müller nasceu em Lisboa, em 1978. Estudou Comunicação Social, na Universidade Nova de Lisboa, e começou a vida profissional como jornalista da revista Elle. Colaborou com outros periódicos e estreou-se na televisão em 2000. Inaugurou a sua carreira de argumentista em 2002 e, desde então, tem escrito filmes, séries, telefilmes, novelas. Em 2014, lançou Madre Paula, romance histórico baseado na relação entre D. João V e uma freira de Odivelas. Uma Senhora Nunca é a sua primeira proposta totalmente ficcionada – aliás, parcialmente ficcionada, porque é uma história inspirada na bisavó da autora.
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