Portugal, a Flor e a Foice

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SINOPSE

No ano em que se comemora o 40.º aniversário da Revolução dos Cravos, a publicação de Portugal, a Flor e a Foice, até aqui inédito em Portugal, promete dar que falar.
Escrito em 1975, em cima dos acontecimentos que então convulsionavam Portugal (e que eram acompanhados com entusiasmo e apreensão pela Europa e o resto do Mundo), Portugal, a Flor e a Foice é a observação pessoal que um português culto e estrangeirado faz do seu país em mudança.
Nesta apreciação aguda e de tom sempre crítico, todos os mitos da História Portuguesa são, senão destruídos, pelo menos questionados: o Sebastianismo, os Descobrimentos, Fátima; denunciadas instituições como a Monarquia e a Igreja; e impiedosamente escalpelizado não apenas o antigo regime mas também, e sobretudo, o 25 de Abril. Com acesso a círculos restritos nos anos que antecederam e sucederam a Abril de 1974, e a documentos ainda hoje classificados, J. Rentes de Carvalho faz uma História alternativa da Revolução e das suas figuras de proa, em que novos factos e relações de poder se conjugam num relato sui generis, revelador e, no mínimo, desconcertante.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

O país que temos.
Henrique Fialho - Livreiro Bertrand La Vie Caldas da Rainha | 2017-03-23
Escrito entre Abril de 1974 e Outubro de 1975, "Portugal, a Flor e a Foice" esperou 40 anos pela edição portuguesa. O autor, fixado em Amesterdão desde 1956, diz que escreveu o livro para o público holandês. A pergunta que se impõe é: como ler um livro destes? Não sendo história, está longe de ser ficção; a evidente preocupação com a verdade não suprime o olhar subjetivo do autor; enquanto análise de uma atualidade distante, parece por vezes profético; retrato do que somos (fomos?), aproxima-se da crónica de Fernão Lopes com o olhar desencantado que a distância permite. Talvez a forma mais justa de leitura seja também essa, a de uma distância que a passagem do tempo, todavia, não amadureceu. Não faltam dados, historietas, anedotas, aspetos picarescos e hilariantes para apimentar a prosa, embora o tom predominante seja sério e, em certa medida, deprimente. Não por culpa do autor, mas sim devido ao objeto em análise. Estimulante reflexão.

DETALHES DO PRODUTO

Portugal, a Flor e a Foice
ISBN: 9789897221460
Edição/reimpressão: 03-2014
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000458
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 232 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Ensaios
De ascendência transmontana, nasceu em 1930 em Vila Nova de Gaia. Obrigado a abandonar o país por motivos políticos, viveu no Rio de Janeiro, em São Paulo e Paris. Em 1956 passou a viver em Amesterdão, e foi professor de Literatura Portuguesa entre 1964 e 1988. Dedica-se desde então exclusivamente à escrita e a uma vasta colaboração em jornais portugueses, brasileiros, belgas e holandeses, além de várias revistas. Escreveu romances (entre eles Ernestina, Montedor, O Rebate, A Sétima Onda, A Amante Holandesa ou O Meças), contos, diário (Tempo Contado, Grande Prémio de Crónica da APE, 2012), crónica (Mazagran, 1992, Grande Prémio de Crónica da APE, 2013) ou ensaios. Vive entre Amesterdão e Estevais (Mogadouro).
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