O Amigo do Deserto

O deserto: o lugar em que o horizonte tem a amplitude que o homem merece e de que necessita.
ISBN: 9789897225932
Edição/reimpressão: 10-2019
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000929
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SINOPSE

No deserto pode-se caminhar durante dias, semanas e até meses sem ver outra coisa além de areia; chega sempre o momento em que aparece um oásis maravilhoso que convida a parar e reabastecer. Repostas as forças no oásis, torna-se a empreender um caminho em que não é invulgar que o caminhante volte a impacientar-se. E assim até que, de repente, quando menos espera - quase quando desespera -, volta a aparecer outro oásis. Pois é isto precisamente o que o deserto ensina: caminhar pela terra e parar onde houver água, e assim um dia após outro até chegar o momento em que se descobre que não só se ama o oásis como também o próprio caminho: ama-se a areia, a dificuldade. Só nesse dia é que podemos definir-nos com justiça como «amigos do deserto».
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DETALHES DO PRODUTO

O Amigo do Deserto
ISBN: 9789897225932
Edição/reimpressão: 10-2019
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000929
Idioma: Português
Dimensões: 133 x 204 x 18 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 184
Tipo de Produto: Livro
Pablo d’Ors nasceu em Madrid, em 1963, e é neto do célebre crítico de arte espanhol Eugenio d’Ors. Estudou em Nova Iorque e na Alemanha, onde conheceu e foi discípulo do monge e teólogo Elmar Salmann. Foi ordenado sacerdote católico em 1991 e esteve em missão nas Honduras. Regressado à Europa para um novo ciclo de estudos, doutorou-se em Teologia com a tese Teopoética – Teologia da Experiência Literária. Desde então a trabalhar em Espanha – numa dupla vertente, cultural e pastoral –, é atualmente professor de Teatro e Literatura, dirige um laboratório de escrita criativa e é capelão do Hospital Ramón y Cajal. Foi o fundador do seminário espiritual aberto Buscadores de la Montaña, de que continua a ser animador. Foi crítico literário no diário espanhol Abc e, pelo seu trabalho intelectual publicado, recebeu o Prémio Celestina (1988) e foi finalista do Prémio Herralde (2000).
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