Ana de Amsterdam

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SINOPSE

Do famoso blogue «Ana de Amsterdam» (cujo nome remete para a famosa canção de Chico Buarque), a autora juntamente com o escritor e investigador João Pedro George fizeram uma seleção dos melhores e mais memoráveis textos. Um conjunto coeso que finalmente revela a poderosa e abrasiva voz literária de Ana Cássia Rebelo para lá da blogosfera. O diário íntimo (e ferozmente honesto) de uma mulher dos nossos tempos.

Prefácio de João Pedro George
«Ana interpreta a condição de muitas mulheres que coabitam com a frustração, asfixiadas pela casa, pelos filhos, pelo trabalho, pela falta de apoio. Noutras palavras: pelos preceitos do repugnante machismo, que impede as mulheres de admitirem publicamente que os filhos lhes esmagam as ambições, as capacidades, as forças realizadoras, e as impossibilitam de desenvolverem plenamente as múltiplas facetas da sua personalidade; pela práxis estabelecida, que diz que a mulher deve ser recatada, deve sujeitar-se ao decoro e circunscrever-se à lógica do coração e dos sentimentos; do pudor tradicional, que castiga as mulheres que confessam gozo sexual, indolência, frigidez, tristeza crónica, rotulando-as de grosseiras, indecentes, deselegantes, umas galdérias (se alguns destes textos chocarem a moralidade convencional, diga-se, desde já, bendita seja), e considerando-as inquietantes e irresponsáveis, sem textura moral, um foco de instabilidade e uma ameaça à educação dos jovens.»
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DETALHES DO PRODUTO

Ana de Amsterdam
ISBN: 9789897222115
Edição/reimpressão: 02-2015
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000513
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 232 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Crónicas
Ana Cássia Rebelo (África Oriental Portuguesa, atual Moçambique, 1972) é uma das escritoras portuguesas mais originais da atualidade. Atirou-se a esta coisa da escrita em 2006 pelos piores e pelos melhores motivos. Chamou a atenção dos leitores no período áureo da blogosfera com o seu blogue Ana de Amsterdam (homenagem à música homónima de Chico Buarque e Ruy Guerra). Disse... escreveu o que ninguém escrevia quebrando o tabu do quotidiano. Em 2015, João Pedro George arrancou-a da rede para o papel. Uma recolha dos seus textos aparece no volume Ana de Amsterdam (Quetzal, 2015) e a crítica une-se em reconhecimento de uma voz única. Em 2016, o Brasil descobre-a e a crítica transatlântica entoa um cânone com a congénere lusa. Em 2017, o blogue silencia-se, mas Ana Cássia traz a sua escrita para as redes sociais onde aperfeiçoa mais ainda a estranha mistura entre realidade e fantasia. Babilónia é o seu regresso ao papel.
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