Adeus a Berlim

Adeus a Berlim

ISBN:9789725649503
Edição/reimpressão:05-2011
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000247
Coleção:Serpente Emplumada
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SINOPSE

Adeus a Berlim evoca a capital alemã dos anos 1930 e o glamour, a sordidez e o excesso de uma sociedade em efervescência, debaixo da ameaça nazi: o desemprego em massa, as orgias, as tensões rácicas, os cadáveres esfaqueados, o snobismo, a falsa respeitabilidade da burguesia. Nos bares, nos apartamentos baratos, nas casas dos ricos, Isherwood relata a vida dos berlinenses que conheceu: Fräulein Schroeder, a senhoria; os judeus Landauer; o casal homossexual formado por Peter e Otto; e a divina e decadente Sally Bowles. Romance com uma forte vertente documental (em que o olhar agudo do narrador nunca implica qualquer tipo de juízo), Adeus a Berlim foi adaptado ao cinema por Bob Fosse no filme Cabaré, protagonizado por Michael York e Liza Minnelli.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«O trabalho de um virtuoso.»
The Sunday Times

«A melhor prosa escrita em inglês.»
Gore Vidal

«Serenamente irónico.»
Expresso

DETALHES DO PRODUTO

Adeus a Berlim
ISBN:9789725649503
Edição/reimpressão:05-2011
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000247
Coleção:Serpente Emplumada
Idioma:Português
Dimensões:149 x 233 x 20 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:264
Tipo de Produto:Livro
Christopher Isherwood, Cheshire em 1904-1986. Começou a escrever nos tempos da faculdade e a sua prolífica obra desenvolveu-se em vários géneros: romance, conto, relato de viagem e teatro. Mudou-se ainda jovem para Berlim, onde se sustentava ensinando inglês. Na Alemanha, assistiu de perto à ascensão de Hitler, e alguns dos seus romances reflectem essa experiência - por exemplo Adeus a Berlim, com a célebre adaptação ao cinema no musical Cabaré. No fim dos anos 1930, viajou pela China com W.H. Auden, após o que se radicou nos EUA. Aí, nos anos 1960, durante uma fase crítica da relação com Don Bachardy - o homem com quem viveu mais de vinte anos -, Christopher Isherwood escreveu este romance breve e poderoso, Um Homem Singular, com que a Quetzal inicia a publicação das suas obras.
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