A Liberdade do Drible

A Liberdade do Drible

ISBN:9789897220562
Edição/reimpressão:06-2015
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000552
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SINOPSE

Com o romance O Que Diz Molero, Dinis Machado mudou de forma permanente o panorama literário português. Corriam os anos 70, e o 25 de Abril ainda não tinha acontecido.
Mais de quarenta anos volvidos, este objecto raro das nossas letras mantém a sua imensa originalidade e frescura. Dinis Machado não publicou outros romances (a não ser os policiais que escreveu com o pseudónimo Denis McShade), mas continuou a escrever regularmente, durante mais de três décadas, em jornais e revistas sobre os mais variados temas, de entre eles duas das suas grandes paixões: futebol e cinema.
Depois de Reduto Quase Final, seguido de Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel García Márquez e de Gráfico de Vendas com Orquídea, a Quetzal dá continuidade à recolha dos melhores textos dispersos de Dinis Machado em livro.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Um grande escritor e um excelente conversador.»
Mário Zambujal

«Está por direito na primeira linha da ficção portuguesa.»
Serafim Ferreira, Colóquio de Letras

DETALHES DO PRODUTO

A Liberdade do Drible
ISBN:9789897220562
Edição/reimpressão:06-2015
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000552
Idioma:Português
Dimensões:148 x 233 x 10 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:104
Tipo de Produto:Livro
Dinis Ramos e Machado nasceu em março de 1930 em Lisboa, onde viveu no Bairro Alto até ao fim da sua juventude. Foi jornalista desportivo no Record, no Norte Desportivo, no Diário Ilustrado e no Diário de Lisboa. No início da década de 1960, organizou os primeiros ciclos de cinema da Casa da Imprensa e começou a escrever crítica para a revista Filme. Praticou de tudo um pouco, do poema à entrevista, e escreveu três livros policiais, com o pseudónimo Dennis McShade, para a coleção «Rififi», que então dirigia na editora Íbis. O Que Diz Molero, publicado pela Quetzal na 22ª edição, e pela primeira vez em 1977, constituiu um êxito estrondoso junto da critica e do público e vendeu mais de 100 mil exemplares. Foi ainda traduzido para espanhol, búlgaro, romeno e alemão, estando atualmente em preparação as edições em Itália e na república Checa. Morreu em Outubro de 2008.
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