Viver Todos os Dias Cansa

Viver Todos os Dias Cansa

ISBN:9789725647509
Edição/reimpressão:11-2008
Editor:Quetzal Editores
Código:006800000343
Coleção:Língua Comum
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Provavelmente este livro será o mais bem armado e, também provavelmente, muitos voltarão a dizer que ele é o melhor escritor português da sua geração. Sem exagero.»
Rui Tendinha

«Pois é assim. Pedro Paixão saiu da sua geração e entrou na minha efectiva e afectiva leitura intemporal. Redespertou-me o gosto de ler.»
Fernanda Botelho

«Um escritor que diz que este é o seu melhor livro – e tem razão.»
Tereza Coelho

«Com uma caneta por testemunho e um espelho como confessionário, faça-se a arqueologia de afectos e desafectos. Um tratado das paixões da alma.»
Sílvia Cunha

DETALHES DO PRODUTO

Viver Todos os Dias Cansa
ISBN:9789725647509
Edição/reimpressão:11-2008
Editor:Quetzal Editores
Código:006800000343
Coleção:Língua Comum
Idioma:Português
Dimensões:150 x 229 x 12 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:160
Tipo de Produto:Livro
Escritor, professor universitário e fotógrafo português, Pedro Paixão nasceu em 1956, em Lisboa. Filho de um engenheiro agrónomo e de uma farmacêutica, mantém ao longo da sua vida adulta uma atividade multifacetada.
Amante das matemáticas, chegou a matricular-se no Instituto Superior de Economia, onde, em 1974, concluiu o 2.º ano.
Não se sentindo satisfeito com esta escolha académica, embora tivesse sido sempre muito bom aluno, optou pela área das ciências filosóficas. Professor universitário na Universidade Nova de Lisboa, licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Lovaina, na Bélgica, onde fez, com distinção, a tese de doutoramento sobre "o conceito de alma".
Homem sempre insatisfeito e, como ele próprio se caracteriza, "contraditório", abraça várias atividades ao mesmo tempo: professor, sócio de uma agência de publicidade e fotógrafo. A sua ligação à agência de publicidade "A Massa Cinzenta", que fundou com Miguel Esteves Cardoso e da qual é sócio juntamente com Duarte Rocha e José Fialho, explica-a o autor como resultado da influência da tradição comercial familiar.
Em 1992, publica o seu primeiro livro A Noiva Judia que escreve para satisfazer a sua mãe que admirava muito o mundo da escrita.
Editado este primeiro título, muitos outros, quase com uma periodicidade anual, saíram, obtendo, no mercado editorial, uma receção indiscutível no que concerne ao número de vendas. De entre os títulos publicados, Pedro Paixão elegeu Nos Teus Braços Morreríamos, livro que, de acordo com declarações do autor, não faz "concessões", na medida em que, continua, "estive muito mais consciente da linguagem". Composto por 40 histórias, contadas como flash, coloca o leitor perante uma narração em catadupa, como o reflexo de um autor que escreve ao ritmo de uma respiração intensa e desordenada.
Caracterizado por uma escrita mordaz, de frases curtas e incisivas, Pedro Paixão obtém grande acolhimento junto da juventude.
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