Robinson Crusoe

Um dos maiores clássicos da literatura. A invenção do romance europeu –um dos mais influentes e citados livros de ficção de sempre.
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SINOPSE

Alegoria, fábula sobre a sobrevivência, invenção pura, narrativa de aventuras, autobiografia, crónica de pirataria, tratado de geografia imaginária, manual de economia, Robinson Crusoe conta as viagens e faz a crónica da sobrevivência e enriquecimento de um homem do Yorkshire obcecado desde jovem pela ideia de uma vida no mar.

Durante duas décadas, Crusoe vive na mais completa solidão, como um agricultor próspero e leitor da Bíblia, até descobrir que a sua ilha — na foz do Orinoco — é usada por canibais para matar e comer prisioneiros, entre os quais um que ele batiza como Sexta-Feira e que se tornará seu criado.

Mais tarde regressará a Inglaterra, onde todos o julgavam morto. No final, terá de ir a Lisboa a fim de reaver a sua fortuna e viver uma última aventura.

Este livro, um dos fundadores do romance europeu, juntamente com Lazarillo de Tormes ou D. Quixote, inspirou quase todos os tipos imagináveis de imitação e variação, e foi tema de peças de teatro, óperas, banda desenhada e jogos de computador.

A personagem de Crusoe entrou para o imaginário de cada geração subsequente, à medida que os leitores acrescentam as suas próprias interpretações às aventuras tão emocionantes «registadas» por Defoe.

Elogiado por figuras eminentes como Coleridge, Rousseau e Wordsworth, foi inclusivamente citado por Karl Marx em O Capital para ilustrar a sua crítica da teoria económica.

No entanto, foram os leitores de todas as idades, ao longo dos últimos 300 anos, que concederam a Robinson Crusoe o seu lugar definitivo como um clássico da literatura europeia.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Toda a alma anglo-saxónica está em Crusoe: independência viril, crueldade irrefletida, persistência, inteligência lenta mas eficaz, apatia sexual, religiosidade prática e equilibrada, e uma sisudez calculista. Quem relê este livro simples e comovente à luz da História não pode deixar de ficar cativado pelo seu poder profético.»
James Joyce

DETALHES DO PRODUTO

Robinson Crusoe
de Daniel Defoe
ISBN: 9789895821006
Edição/reimpressão: 03-2026
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068001885
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 408
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Daniel Defoe

Daniel Foe — o apelido só seria alterado pelo autor em 1695 para Defoe — (1660-1731), é considerado por muitos o primeiro romancista de língua inglesa. Foi comerciante, economista, jornalista e espião antes de escrever o seu primeiro romance, As Aventuras de Robinson Crusoe, aos sessenta anos.
Tendo testemunhado na infância a Peste e o Grande Incêndio de Londres, acabou por se transformar num apaixonado por viagens depois de conhecer profundamente países como a França, Espanha e os Países Baixos. Com uma vida extremamente aventurosa, esteve encarcerado por dívidas e lutou durante um breve período de tempo na rebelião do duque de Monmouth. Poucos anos depois começou a escrever panfletos político-satíricos que, de novo, o iriam conduzir à prisão. Por intervenção de um ministro Tory, acabaria por ser libertado e durante onze anos viria a ser agente secreto e jornalista político dos Tories. Deliciou-se durante toda a vida na representação de diversos papéis e disfarces, utilizando-os com grande efeito como espião, e escreveu mais de quinhentos livros, panfletos e artigos jornalísticos abrangendo tópicos como a política, crime, religião, geografia, matrimónio, psicologia e sobrenatural. Morreu na cidade de Londres em 1731, segundo se diz de «uma letargia».
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