Páginas Esquecidas

Páginas Esquecidas

O conhecimento e a liberdade como valores supremos da condição humana.
Formatos disponíveis
19,90€
17,91€
-10%
PORTES
GRÁTIS
COMPRAR
-10%
PORTES
GRÁTIS
19,90€
17,91€
COMPRAR
I10% DE DESCONTO IMEDIATO
IEnvio até 4 dias
IPORTES GRÁTIS

SINOPSE

«Procurando fornecer ao maior número possível de pessoas os conhecimentos bastantes, "uma informação quanto possível certa e objetiva sobre o que no mundo significa progresso", publicou Agostinho entre 1938 e 1947, em 125 cadernos, num total de cerca de três mil páginas, uma síntese do saber humano. Nascidos sob o desígnio de abranger o maior número possível de áreas do saber, estabelecendo, de forma sólida, os alicerces de uma cultura geral, os Cadernos de Agostinho contribuíram em grande escala para a formação integral dos jovens e adultos de todas as classes sociais, em suma, da massa geral da nação.» (Do Prefácio de Helena Briosa e Mota)

Inclui:
Uma nota autobiográfica;
Seis palestras radiofónicas;
Cadernos de Divulgação Cultural (textos para a mocidade e juventude; cadernos de informação cultural; introduções aos grandes autores; guia de leitores);
Fac-símiles, fotos e ilustrações.
Ver Mais

DETALHES DO PRODUTO

Páginas Esquecidas
ISBN:9789897225383
Edição/reimpressão:02-2019
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000863
Dimensões:150 x 235 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:504
Tipo de Produto:Livro
George Agostinho Baptista da Silva ficará para a memória do mundo de língua portuguesa pelo saber desafiante e pluridimensional, aliado à incomparável ação de intervenção cultural durante o séc. XX de todo o mundo lusófono. Nascido a 13 de fevereiro de 1906 no Porto, termina a licenciatura em Letras aos 22 anos e o doutoramento aos 23, ambos com 20 valores, summa cum laude, inédito para a época. Impossibilitado de trabalhar no ensino superior por colaborar na Seara Nova, dá continuidade à carreira no ensino liceal, iniciada em 1928. Por encargo da Junta de Educação Nacional, funda em 1931 o Centro de Estudos Filológicos e desloca-se a Paris onde, até 1933, desenvolve estudos na Sorbonne e no Collège de France. Em 1935, em Aveiro, é demitido do ensino oficial: recusara-se a assinar a declaração que atestava não pertencer ou vir a pertencer a qualquer associação secreta. Vivendo de explicações e aulas em colégios particulares e da publicação de centenas de Cadernos de Divulgação Cultural e Biografias, percorre o país difundindo o saber e a cultura em associações e agremiações populares. Encarcerado pela Pide durante 18 dias no Aljube, obrigado a residência fixa, e vendo-se com cada vez mais reduzidas hipóteses de trabalho, emigra para o Brasil em 1944, fundando universidades e centros de investigação por toda a América Latina, sendo também assessor do presidente Jânio Quadros. Naturalizado brasileiro em 1959, promotor da criação da CPLP, regressa a Portugal em 1969. Aposentado como professor universitário no Brasil, é reintegrado no ensino superior por decreto presidencial, com direito a todos os vencimentos retroativos que aplica, em 1976, num Fundo que até hoje se mantém para atribuição anual do prémio D. Dinis a estudantes. Com marcante participação na rádio e TV, presença em revistas, congressos e conferências, recebe honrarias, títulos e medalhas. Depois de ter publicado mais de 200 títulos em Portugal e no Brasil, e de, em 1992, ter obtido de novo a nacionalidade portuguesa, em 3 de abril de 1994 atinge «um silêncio tão de espanto /que era todo o universo à sua volta/ um seduzido canto». Assim rezam os seus versos na lápide do Alto de São João.
Ver Mais

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK