O Céu Que nos Protege

O Céu Que nos Protege

avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN:9789897224003
Edição/reimpressão:07-2017
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000709
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SINOPSE

O Céu que nos Protege é o grande romance de Paul Bowles. Foi escrito em grande parte no deserto, onde a ação se desenrola. Publicado em 1954, nele, como em toda a ficção de Bowles, reflete-se sobre o absurdo do mundo moderno, onde a crueza, a corrupção e a irrupção do desejo surge a par da inocência de quem não compreende nem julga. Kit e Port são um casal que percorre o Sahara: à medida que se adentram no deserto, arriscam-se continuamente e atraiçoam-se até a um ponto de não retorno, até à loucura ou à morte.

Aqui, como em outras obras de Bowles, não há culpados; há uma hierarquia de valores, uma explicação do humano. Os escritos de Bowles têm operado uma enorme sedução sobre várias décadas de leitores. Gore Vidal considerou-o um dos expoentes da ficção americana.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um deserto escaldante
Flávio Alves - Livraria Bertrand Alma Shopping |2019-05-13
Um livro escrito no deserto e que decorre no mesmo, onde tudo o que não nos é essencial derrete, permanecendo apenas os valores que nos movem, a hierarquia de valores que nos unem. Não existem culpados neste romance, apenas uma explicação daquilo que nos motiva. Mais um romance espectacular de Paul Bowles, que mereceu uma adaptação ao grande ecrã.

DETALHES DO PRODUTO

O Céu Que nos Protege
ISBN:9789897224003
Edição/reimpressão:07-2017
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000709
Idioma:Português
Dimensões:147 x 232 x 20 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:336
Tipo de Produto:Livro
Paul Bowles nasceu em Queens, Nova Iorque. Aprendeu a ler aos quatro anos e manteve diários escritos e desenhados desde essa idade. Com nove anos, começou a estudar teoria da música, canto e técnicas de piano. A partir de 1928, frequentou a Universidade da Virgínia e, em 1929, iniciou-se nas viagens, passando uma temporada na Europa. Voltou a Paris em 1931, onde conviveu com Gertrude Stein, Jean Cocteau e Ezra Pound; continuou por Berlim, onde se tornou amigo de Christopher Isherwood e visitou Kurt Schwitters em Hanôver. Foi também nesse ano que viajou pela primeira vez até Tânger, onde viveu grande parte da vida e acabou os seus dias. Em 1937, Bowles conheceu a escritora Jane Auer, com quem partiu de imediato em viagem para o México e com quem se casou no ano seguinte. Mantiveram um casamento aberto, por vezes turbulento, com viagens ora a uni-los ora a separá-los, até à morte de Jane Bowles, em 1973. Nos anos 50, vivendo grandes períodos no Norte de África, Bowles conheceu o marroquino Ahmed Yacoubi, que se tornou seu companheiro íntimo nas décadas que se seguiram e em muitas viagens. Esses anos foram também marcados pela visita e permanência das principais figuras da Beat Generation em sua casa, em Tânger.
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