Morreste-me

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Livro de culto – uma carta ao pai ausente – que uniu milhares de leitores em todo o mundo.
ISBN: 9789897226809
Edição/reimpressão: 09-2021
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068001094
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SINOPSE

Morreste-me, texto que deu a conhecer o jovem escritor José Luís Peixoto, é uma obra intensa, avassaladora e comovente: é o relato da morte do pai mas, sobretudo, o relato do luto, e ao mesmo tempo uma homenagem, uma memória redentora.
Toda o livro é um diálogo com o pai e a sua ausência, apelando tanto aos motivos da recordação como da necessidade de sobreviver à perda.

Foi durante esse doloroso luto, mergulhado em sofrimento mas, também, transportado por uma melancolia salvadora, que José Luís Peixoto escreveu um livro que se tornou referência para leitores em todo o mundo que, partilhando ou não a sua experiência, se reconhecem numa obra intensa, poderosa, cheia de ternura e compaixão. Raramente a literatura portuguesa produziu um livro tão partilhado.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Excelente e doloroso
Jessica | 2025-11-22
Nunca pensei ser possível chorar tanto com um livro. Uma obra sobre a perda de um Pai, com uma escrita absolutamente belíssima.
A MORTE DO PAI – JOSÉ LUÍS PEIXOTO
Joaquim Armindo – Ex-professor Universitário e Doutor em Ecologia e Saúde Ambiental | 2025-11-21
“Morreste-me” é dos textos mais emblemáticos de José Luís Peixoto, onde o autor explora profundamente o luto, a dor e a ausência provocada pela morte do seu pai. Com uma linguagem carregada de emoção e honestidade, José Luís Peixoto constrói um retrato íntimo do impacto da perda, refletindo sobre as memórias, os silêncios e as rotinas que se transformam após a partida de quem se ama. O texto é marcado por uma escrita poética e sensível, que nos convida o a partilhar o sentimento universal da saudade. Editado pela “Quetzal Editores”, com a edição (primeira) em maio de 2000, “Morreste-me”, como é o título do livro, que em si é paradigmático do sentir do autor com o “-me”, foi publicado com traduções em inúmeros países, com uma escrita aliciante e pródiga de sentimentos. Escreve o autor “Abandonado sobre o tamanho grande de um inverno, o quintal de quando eu ra pequeno, o quintal que construíste, pai”, e uma poesia muito sentida “Flores novas e folhas velhas nos ramos das árvores, canteiros pintados de malvas, trevos, ervas verdes, verdes desta primavera triste triste.” Mas é mesmo sem virgulas que se acentua a tristeza “triste triste”, ou no acentuar “crescer natural natural”, ou no “sol sol dos domingos”, “outro outro outro”, “negro negro” e outras palavras, o autor precisa de as repetir, mas o “muito”, não revela o seu sentir, é necessária a repetição das palavras, para sentir o leitor que elas muito valem. Ao terminar escreve esta frase: “Pai, onde estiveres, dorme agora. Menino. Eras um pouco muito de mim. Descansa, pai. Ficou o teu sorriso no que não esqueço, ficastes tudo em mim. Pai. Nunca esquecerei.” O livro é um imenso recordar recordar do Pai. É um louvor ao seu Pai, para nunca esquecer. Joaquim Armindo – Ex-professor Universitário e Doutor em Ecologia e Saúde Ambiental

DETALHES DO PRODUTO

Morreste-me
de José Luís Peixoto
ISBN: 9789897226809
Edição/reimpressão: 09-2021
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068001094
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 205 x 12 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 88
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre José Luís Peixoto

José Luís Peixoto nasceu em Galveias, em 1974.
É um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. A sua obra ficcional e poética figura em dezenas de antologias, traduzidas num vasto número de idiomas, e é estudada em diversas universidades nacionais e estrangeiras.
Em 2001, acompanhando um imenso reconhecimento da crítica e do público, foi atribuído o Prémio Literário José Saramago ao romance Nenhum Olhar. Em 2007, Cemitério de Pianos recebeu o Prémio Cálamo Otra Mirada, destinado ao melhor romance estrangeiro publicado em Espanha. Com Livro, venceu o prémio Libro d'Europa, atribuído em Itália ao melhor romance europeu publicado no ano anterior, e em 2016 recebeu, no Brasil, o Prémio Oeanos com Galveias. As suas obras foram ainda finalistas de prémios internacionais como o Femina (França), Impac Dublin (Irlanda) ou o Portugal Telecom (Brasil). Na poesia, o livro Gaveta de Papéis recebeu o Prémio Daniel Faria e A Criança em Ruínas recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2012, publicou Dentro do Segredo, Uma viagem na Coreia do Norte, a sua primeira incursão na literatura de viagens. Os seus romances estão traduzidos em mais de trinta idiomas. As suas mais recentes obras são Autobiografia (2019), na prosa, e Regresso a Casa (2020), na poesia.
Os seus romances estão traduzidos em mais de trinta idiomas.
Para saber mais sobre o autor: https://www.joseluispeixotoemviagem.com
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