Esse Fado vaidoso

Maria do Rosário Pedreira e Aldina Duarte

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SINOPSE

Uma galeria de novos autores e intérpretes transformou o modo como o fado é hoje olhado e divulgado em todo o mundo. Este livro reúne a poesia - desde os escritores medievais até aos contemporâneos - que mudou a voz dos portugueses.

Há poemas do fado tradicional que têm atravessado gerações e continuam a emocionar-nos como clássicos intemporais. Trata-se, geralmente, de temas que construíram uma mitologia do fado, da sua melancolia, da relação amorosa, da paixão, do ciúme, da saudade, e ainda do destino a que não se foge, do abandono, do desencontro, da separação ou da esperança desenganada. No entanto, sobretudo a partir de Amália, a poesia encontrou também no fado a sua voz de exceção. Esses primeiros autores trazidos para a área (como David Mourão-Ferreira, Alexandre O’Neill e Pedro Homem de Mello) tinham uma grande mestria e um conhecimento rigoroso da métrica e dos tópicos do fado, mas não se confundiam com os seus letristas típicos.

Com a renovação do seu estilo, além do mais, muitos outros poetas começaram a escrever para as novas vozes que surgiram e revolucionaram o género, transformando-o numa forma de expressão ainda mais universal.
Este livro é uma antologia monumental dessa poesia transcrita para o novo fado, dos trovadores medievais a Pessoa, Pedro Tamen, Lídia Jorge ou mesmo José Luís Peixoto.
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DETALHES DO PRODUTO

Esse Fado vaidoso
de Maria do Rosário Pedreira, Aldina Duarte
ISBN: 9789897227868
Edição/reimpressão: 11-2022
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068001179
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 211 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 344
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre os autores

Maria do Rosário Pedreira nasceu em Lisboa e é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas. Depois de uma breve passagem pelo ensino, ingressou na carreira editorial, dedicando-se à publicação de literatura portuguesa.
Escreveu duas coleções de livros juvenis que foram adaptadas à televisão. Autora de um romance, de um livro de crónicas e de contos dispersos em revistas e antologias, é sobretudo conhecida como poeta, tendo a sua Poesia Reunida sido distinguida com o Prémio da Fundação Inês de Castro. Em 2022, publicou O Meu Corpo Humano, vencedor do Prémio Literário Correntes d’Escritas e do Prémio de Poesia de Oeiras (Consagração), finalista do Prémio PEN de Poesia e nomeado para o Prémio Oceanos.
Está traduzida em várias línguas e participou em numerosos encontros em Portugal e no estrangeiro. Trabalha regularmente como letrista e tem, desde 2010, um blogue sobre livros e edição. É cronista no jornal A Mensagem de Lisboa.
Com Caçadores de Algas venceu o Grande Prémio do Conto Branquinho da Fonseca da Associação Portuguesa de Escritores 2025.
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Aldina Duarte (Lisboa, 1967) é uma das grandes vozes da nova expressão do fado. O seu disco de estreia, Apenas o Amor (2004), é um dos emblemas do género, e os sete discos seguintes, bem como a sua ligação à nova poesia do fado, confirmam o seu lugar de topo.
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