Dicionário Sentimental do Adultério

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SINOPSE

«Adultério» significa relação sexual voluntária entre uma pessoa casada e alguém que não é o seu cônjuge - e é a principal causa de divórcio em todo o mundo (em Portugal há 89 casamentos e 82 divórcios por dia). Porém, a história do adultério passa também pelos grandes mitos e histórias consagradas pela literatura, pela religião, pelo cinema, pela música e pela pintura. Da Bíblia (Abraão trai Sara com Agar) às peças de Shakespeare, das cantigas medievais a Madame Bovary ou Os Maias, do Império Romano às tramas políticas da América contemporânea, das histórias dos nossos reis e rainhas aos escândalos de Hollywood e da cultura pop, do Ulisses a O Primo Basílio, das traições dos deuses gregos à vida dos nossos vizinhos - o adultério é um elemento decisivo da história sentimental da Humanidade.

Tem a ver com a traição e com a paixão, a tentação ou a alquimia sexual, o prazer do risco e o desejo sem ordem nem lei - mas também com o amor. E com a sua natureza frágil. Este dicionário não faz «moral» nem «defende o adultério» - é um guia tão erudito como divertido da história do adultério ou das paixões e seus escândalos e transgressões.
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DETALHES DO PRODUTO

Dicionário Sentimental do Adultério
ISBN:9789897223709
Edição/reimpressão:06-2017
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000693
Idioma:Português
Dimensões:149 x 234 x 17 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:208
Tipo de Produto:Livro
Filipa Melo nasceu no Cuíto em 1972. É jornalista desde 1990 – altura em que integrou a equipa fundadora da Visão. Colaborou em diversas publicações, Expresso, Grande Reportagem, Ler, Público (foi responsável pela edição do suplemento Mil Folhas), Diário de Notícias e O Independente. Na televisão foi jornalista e editora de vários programas e, em 2013, assinou a autoria e apresentação de Nós e os Clássicos, na SIC Notícias. Estreou-se na ficção com o romance Este É o Meu Corpo (2001), traduzido em sete línguas. Em 2015, dirigiu a revista Epicur e, no mesmo ano, publicou o livro de reportagem Os Últimos Marinheiros. Seguiu-se O Dicionário Sentimental do Adultério, na Quetzal, em 2017. Atualmente, assina crítica literária na revista Ler e nos jornais Sol e "i", coordena e ministra uma pós-graduação em Escrita de Ficção, na Universidade Lusófona, em Lisboa, e é vogal do conselho diretivo da Fundação Dom Luís I (Cascais).
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