A Madrugada em Birkenau

Um testemunho do holocausto, uma narrativa pessoal (inédita) por uma das mais destacadas figuras da política europeia da segunda metade do século XX.
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SINOPSE

Numa primeira parte do livro, Simone Veil fala da sua infância, da família, recorda o início das perseguições raciais em França, e relata a deportação, a vida nos campos de Drancy, Auschwitz-Birkenau, Bergen-Belsen, e o impacto destes acontecimentos na vida que se lhes seguiu. Na segunda parte, dialoga com antigos companheiros sobreviventes do holocausto, e com a irmã, membro da Resistência, e que reencontrou no fim da guerra.

Um extraordinário documento histórico, enriquecido por muitas fotografias (dos anos trinta e de anos recentes): deportada aos 16 anos, Simone Veil veio a tornar-se a francesa mais popular e uma das mulheres mais importantes da política europeia do século xx. Simone Veil habita literalmente este livro. O leitor ouve a sua voz e sente a sua liberdade interior.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«As confidências de uma grande Senhora. Ocasião para descobrir uma mulher livre, tolerante, cuja voz ouvimos aqui como nunca anteriormente.»
Le Parisien

«Os temas de Simone Veil continuam extraordinariamente atuais, a prova de que ela tinha um olhar extremamente arguto sobre a evolução do Mundo.»
La Libération

«Um livro fora do vulgar, em todos os aspetos.»
Télérama

DETALHES DO PRODUTO

A Madrugada em Birkenau
ISBN: 9789897226878
Edição/reimpressão: 05-2021
Editor: Quetzal Editores
Código: 000068000985
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 234 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 280
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos

sobre Simone Veil

Simone Veil nasceu em Nice, França, em 1927. Tinha 16 anos quando foi detida e deportada para Auschwitz-Birkenau. Foi, depois da guerra, magistrada e, em 1974, ministra da Saúde, tendo levado à aprovação a «Lei Veil», que despenalizou o aborto. Em 1979 tornou-se a primeira mulher presidente do Parlamento Europeu. Membro do Conselho Constitucional, foi eleita membro da Academia Francesa em 2008. Em 2010, uma sondagem deu-a como «a personalidade preferida dos franceses». Morreu em 2017 aos 90 anos. Mais de dois milhões de pessoas acompanharam pela televisão a trasladação dos seus restos mortais para o Panteão, em 2018. Foi a quarta mulher a receber a distinção francesa «Honneur Solennel de la Nation».
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