2666

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avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN:9789725648162
Edição/reimpressão:09-2009
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000051
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura.

O que liga quatro germanistas europeus (unidos pela paixão física e pela paixão intelectual pela obra de Benno von Archimboldi) ao repórter afro-americano Oscar Fate, que viaja até ao México para fazer a cobertura de um combate de boxe? O que liga este último a Amalfitano, um professor de filosofia, melancólico e meio louco, que se instala com a filha, Rosa, na cidade fronteiriça de Santa Teresa? O que liga o forasteiro chileno à série de homicídios de contornos macabros que vitimam centenas de mulheres no deserto de Sonora? E o que liga Benno von Archimboldi, o secreto e misterio-so escritor alemão do pós-guerra, a essas mulheres barbaramente violadas e assassinadas? 2666.

Para se ler sem rede, como num sonho em que percorremos um caminho que nos poderá levar a todos os lugares possíveis.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«[o leitor fica] hipnotizado desde as primeiras páginas pela riqueza estilística da prosa de Bolño, pela invenção e energia pura da sua linguagem. [...] são mais de mil páginas geniais e magnéticas. “2006” [é] o acontecimento literário de 2009.»
José Mário Silva, Expresso

«Depois de ter lido Bolaño a nossa vida muda um pouco. Não se pode esquecer que aquilo que ele deixou escrito, e que é uma tempestade, uma torrente, um delírio, como deve ser a literatura.»
Francisco José Viegas, Público

«Com esta obra-prima o génio de Roberto Bolaño abriu à literatura novos horizontes. Como fizeram Borges, Faulkner, Joyce, e poucos mais.»
Público

«2666 está destinado a ser, não só o grande romance em língua castelhana da primeira década no novo século, mas também uma das peças fundamentais de toda a literatura.»
La Vanguardia

«...monumental romance póstumo...»
Públicobr>
«Os temas são a violência, deslocação, a sexualidade da literatura - vertentes interminavelmente recombinadas na Europa, Detroit e México, através de múltiplos narradores e estilos de prosa.»
The New Yorker

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Imperdível
Florinda Capitão - Alameda Shop & Spot |2017-02-02
"Devorei e adorei!" foi a primeira coisa que disse mal acabei aquelas mil e tal páginas que tanto me tinham intimidado. Um livro cru sobre literatura e violência, sobre a natureza do mal, sobre seres em constante procura e descoberta... Apesar de o ano ainda estar no início, posso dizer que 2666 será uma das minhas melhores leituras de 2017.

DETALHES DO PRODUTO

2666
ISBN:9789725648162
Edição/reimpressão:09-2009
Editor:Quetzal Editores
Código:000068000051
Idioma:Português
Dimensões:149 x 229 x 45 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:1032
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance > Plano Nacional de Leitura > Formação de Adultos > Sugestões de Leitura
Roberto Bolaño nasceu em 1953, em Santiago do Chile, filho de pai camionista e de mãe professora. A sua infância foi vivida em várias cidades chilenas (Valparaíso, Quilpué, Viña del Mar ou Cauquenes) e a passagem pela escola atormentada pela dislexia. Aos quinze anos a família mudou-se para a Cidade do México. Durante a adolescência leu vorazmente, escreveu poesia - e abandonou os estudos para regressar ao Chile poucos dias antes do golpe que depôs Salvador Allende. Ligado a um grupo trotsquista, foi preso pelos militares e libertado algum tempo depois. De volta ao México, fundou com amigos o Infrarrealismo, um movimento literário punk-surrealista, que consistia na «provocação e no apelo às armas» contra o establishment das letras latino-americanas e suas figuras de proa, de Octavio Paz a García Márquez. Nos anos setenta, Bolaño vagabundeou pela Europa - lavou pratos em restaurantes, trabalhou nas vindimas ou como guarda-nocturno de parques de campismo -, após o que se instalou em Espanha, na Costa Brava, com a mulher e os dois filhos. Aí, dedicou os últimos dez anos da sua vida à escrita. Fê-lo febrilmente, com urgência, até à morte (em Barcelona, em Julho de 2003), aos cinquenta anos.
A sua herança literária é de uma grandeza ímpar, sendo considerado o mais importante escritor latino-americano da sua geração - e da actualidade. Entre outros prémios, como o Rómulo Gallegos ou o Herralde, Roberto Bolaño já não pôde receber o prestigiado National Book Critics Circle Award, o da Fundación Lara, o Salambó, o Ciudad de Barcelona, o Santiago de Chile ou o Altazor, atribuídos a 2666, unanimemente considerado o maior fenómeno literário da última década.
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