2024-02-06

Sulfúreo, a aldeia onde os vivos se recusam a morrer e os mortos estão vivos.

Uma casa de pedra e uma camélia num vale inóspito. Mortos que caminham pelas ruas da aldeia e vivos que se recusam obstinadamente a morrer. Há muito tempo que, na ficção portuguesa, não havia um romance tão surreal, cheio de magia, fantasia e domínio da história como o que André Canhoto Costa traz na estreia como autor Quetzal.

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Como Sobreviver depois da Morte retrata a história dos Lustro-Urze, uma família muito especial que resiste à voragem do tempo e à ameaça de uma mina de volfrâmio. Sulfúreo é o nome da aldeia onde as aparições de defuntos são uma constante. O romance acompanha a ascensão e a queda de Ramiro Lustro, um caçador de leopardos e cultivador de camélias que se recusa a vender a terra à companhia mineira, sendo constantemente visitado pelos não vivos e atormentado pela misteriosa morte de uma antepassada.

Esta é uma história de aparições, revoltas, traições, exílios, guerras constitucionais, a tragédia do progresso industrial, as conspirações históricas e a beleza natural de um mundo prestes a extinguir-se.

Como Sobreviver depois da Morte, de André Canhoto Costa, chega às livrarias a 22 de fevereiro.