2021-08-16

Quetzal reedita Milagrário Pessoal de José Eduardo Agualusa.

«E se a nossa língua fosse subitamente invadida por palavras novas, inventadas ou reinventadas, emprestadas por idiomas misteriosos?» A pergunta dá o mote para Milagrário Pessoal, o romance de José Eduardo Agualusa que, onze anos depois da primeira edição, a Quetzal faz regressar às livrarias a 19 de agosto.

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Fábula sobre a natureza e a origem das palavras, sobre o seu enigmático poder, sobre o feminino, o cruzamento e a mestiçagem de culturas, Milagrário Pessoal é um romance de amor e, ao mesmo tempo, uma viagem e um thriller literário em torno da língua portuguesa, percorrendo os diferentes territórios onde ela se fixou, recordando os seus intérpretes e criadores.

Iara é uma jovem linguista; o seu trabalho é recolher as palavras novas que aparecem todos os dias e incluí-las no dicionário. Uma tarefa nem sempre gratificante – até porque, na maior parte das vezes, se trata de neologismos de pouco interesse, em geral oriundos do inglês. Mas um dia faz uma descoberta incrível: alguém, ou alguma coisa, está a subverter a nossa língua de forma insidiosa, avassaladora e irremediável. Maravilhada, perplexa e assustada, a jovem procura a ajuda de um professor, um velho anarquista angolano, com um passado misterioso – e os dois iniciam a busca de uma coleção de misteriosas palavras, que, a acreditar num documento do século XVII, teriam sido roubadas à «língua dos pássaros».

Mágico, envolvente e absolutamente original.

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