2021-07-06

Pessoas Comuns. Um retrato da Londres moderna e da sua classe média negra.

Antes de ler esta nota de imprensa, selecione o tema Ordinary People, de John Legend, numa qualquer plataforma de música e ponha-a a tocar. Este tema, em que se canta a vida dos amantes depois dos ardores da paixão, dá origem ao título do livro de Diana Evans que a Quetzal traz para Portugal a 8 de julho, com tradução de Tânia Ganho. Esta é uma entrada possível no livro.

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Outra entrada possível: a festa dos irmãos Wiley, para celebrar a primeira elei-ção de Barack Obama. Na lista de convidados há pessoas interessantes, bonitas, talentosas, promissoras, e bem-sucedidas, entre os trinta e os quarenta anos – e é onde encontramos pela primeira vez o casal formado por Melissa e Michael: ele, um executivo de ascendência jamaicana; ela, jornalista de ascendência nigeriana. Têm dois filhos pequenos e sentem já o efeito desgastante do tempo e do quotidiano na sua relação. Também em Londres, mais a sul, vivem os amigos Stephanie e Damian: ele, filho de um ativista político de Trinidad; ela, filha de um empresário branco e de mãe indiana. Têm três filhos. São estas as principais personagens e é através delas que se faz a astuta observação do casamento moderno, da maternidade e da paternidade.

Considerado Melhor Livro do ano de 2019 pelo Finantial Times, pela New Yorker e pelo New Statesman, Pessoas Comuns é um magnífico retrato da Londres moder-na e da sua classe média negra. Diana Evans traz à superfície as questões de raça, género e geração – e as pressões múltiplas acerca do sentido de identida-de, pessoal e cultural.

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