2019-06-18

O retrato vivo de uma das maiores vozes da poesia portuguesa

«Nunca teve medo da liberdade e deu de barato qualquer verniz para se apresentar aos seus contemporâneos. A vida de Cesariny tem desta forma um traço mágico. É uma vida exemplar no seu timbre de revolta, de resistência, de luta assanhada contra um meio mesquinho», escreve António Cândido Franco, autor de «O Triângulo Mágico – Uma Biografia de Mário Cesariny», que a Quetzal Editores se orgulha de fazer chegar às livrarias já na sexta-feira.

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Parte de uma geração e de uma época em que os poetas e escritores abdicavam da sua biografia por causa da censura, Mário Cesariny de Vasconcelos desde muito cedo lutou para assumir uma vida cheia, sem censuras ou censores, «para ligar a palavra e a vida numa mesma busca de liberdade e de espírito». Poeta, pintor e referência fundamental do surrealismo português, é uma das maiores vozes da poesia portuguesa do século xx. Para Cesariny, o surrealismo representava «a realização total do nosso estado de espírito, a defesa do amor, da liberdade e da poesia» – e a sua obra, tanto na poesia como na pintura e na vida real, foi testemunho dessa enorme vontade de viver. Rebelde, insólito, desafiador, Cesariny marcou com a sua obra várias gerações de leitores e de autores que fazem dos seus versos referências únicas, que ultrapassam a pura literatura e o colocam sempre mais além, na própria vida.

A biografia de António Cândido Franco – autor de «O Estranhíssimo Colosso», dedicado a Agostinho da Silva – concilia vida e obra, passado e futuro, com revelações inéditas e um invulgar manancial de informação.

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