2019-07-18

O policial nórdico conhece um novo cenário: a Gronelândia.

A maior e mais glaciar ilha do mundo tem apenas 56 mil habitantes, poucas vias de comunicação e é o cenário ideal para os crimes policiais nórdicos. Assim acredita o escritor que dá pelo pseudónimo de Christoffer Petersen, que se mudou durante sete anos para a Gronelândia, e se estreia agora em Portugal com o livro «Um Inverno, Sete Sepulturas», o romance que nos introduz ao agente David Maratse enquanto personagem principal de uma série destas histórias. Afinal, como diz Chistoffer Petersen, «quando a noite do Ártico dura quatro meses, o crime não conhece a sombra».

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Na remota comunidade de Inussuk, no final de cada verão, são cavadas sete sepulturas antes que o solo congele. À medida que o inverno se aproxima, a questão que se coloca é se serão em número suficiente. Neste primeiro livro, David Maratse, prematuramente reforma-do, pretende levar uma vida calma, enquanto caça, pesca e observa as baleias e os icebergs no fiorde. Mas quando, durante a pesca, encontra o corpo da filha desaparecida da primeira-ministra Nivi Winther, torna-se o principal suspeito e, em simultâneo, o investigador do homicídio mais célebre da Gronelândia. Traduzido para português por Vasco Teles Menezes, «Um Inverno, Sete Sepulturas» chega amanhã, 19 de julho, às livrarias.

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