2023-01-19

Memórias de um vigilante de museu.

Pablo d’Ors convida-nos a vestirmos a pele do vigilante de museu Alois Vogel e a deixarmo-nos assombrar, em Espanto e Encantamento, com as suas memórias, a sua observação do dia a dia, o pormenor, o pequeno, o diminuto – que é a sua forma de meditação e busca da plenitude e da iluminação: «A quem poderá interessar o voo de uma mosca ou as excursões por umas velhas calças?» A Alois Vogel. E a nós, leitores, através do seu olhar.

Partilhar:

Com leveza e, às vezes, humor, Alois Vogel, vigilante do Museu dos Expressionistas de Coblença, conta a sua história e a dos visitantes do museu (bem como das vidas que lhes inventa), dos colegas, dos mestres do expressionismo, e histórias de cerveja – e de solidão.

«Como toda a gente sabe, não se vai aos museus por prazer, mas sim para se dizer que se foi lá», afirma. E continua: «Andam de um lado para o outro, com-pungidos e desorientados, e depois vão-se embora, para não voltarem durante anos.»

Cada capítulo corresponde a uma das salas do museu, com o nome de um pintor específico. Alois Vogel percorre-as com o seu olhar terno e não menos maníaco, de uma candura desarmante. Espanto e Encantamento chega a Portugal com tradução de Cristina Rodriguez e Artur Guerra.

Nas livrarias a 2 de fevereiro.

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK