2021-11-03

A história prodigiosa de uma cidade que nunca morreu.

Com fotografias a cores e cerca de 200 imagens inéditas que revelam pela primeira vez essas descobertas recentes, a Quetzal publica em capa dura o livro de Massimo Osanna, Pompeia. O Tempo Reencontrado, com tradução de Cristina Rodriguez e Artur Guerra. «Um livro científico, mas no qual não consegui evitar o aparecimento da paixão e do olhar muito pessoal com que vivi e trabalhei em Pompeia nestes últimos cinco anos.»

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Há quase dois mil anos, Pompeia ficou soterrada sob três camadas de lava e, desde 1748, a descoberta desta cidade romana povoa as emoções de quem se confronta com a sua história, extinta após a erupção do Vesúvio, em 79 d.C. Se até então existia «o mistério de Pompeia», a partir dessa data começou o perío-do de maravilhamento e de revelação: habitações e cozinhas, utensílios e obras de arte, mosaicos e frescos, leitos que revelam como era a vida sexual naquela cidade de sonho, animais e veículos — tudo estava na exata posição em que tinha sido atingido pela tragédia. Por isso, Pompeia é o mais extraordinário sítio arqueológico do mundo romano.

Há cerca de dez anos, em 2010, a derrocada de um dos seus mais belos edifícios acabou por permitir novas descobertas sobre esse mundo que julgávamos perdido. No centro deste ressurgimento de Pompeia está o arqueólogo Massimo Osanna, diretor-geral do parque arqueológico e um dos grandes sábios capazes de abrir mais portas nesse mundo fascinante da Antiguidade. Escrito para o público em geral e não apenas para os especialistas, é uma aventura prodigiosa no mundo da Antiguidade. Disponível a 11 de novembro.

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