2019-09-11

A condição humana, segundo Álvaro Laborinho Lúcio.

O bem e o mal, a liberdade e a ética, a consciência e Deus. E o que será humanamente mais importante: julgar ou compreender? 

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O novo romance de Álvaro Laborinho Lúcio retrata o encontro de um jornalista, Floriano Antunes, e um velho juiz ligado ao julgamento de um homicídio numa vila do Norte Interior cinquenta anos antes, Guilherme Augusto Marreiro Lessa, agora reformado e, ele mesmo, acusado de um crime. Entre os dois tecem-se os fios de uma história que precisa de ser reescrita: a pena então aplicada, pela sua brandura, deixou a pairar a dúvida quanto às verdadeiras razões que a terão determinado. O jornalista acredita saber tudo sobre os antigos factos e intervenientes: a causa da morte, o suspeitado envolvimento amoroso do juiz, a teia de personagens. Porém, o encontro dos dois homens e a conversa que mantêm ao longo de dias revelarão contornos bem diversos. 

A sessão de lançamento de O Beco da Liberdade decorre a 19 de setembro, às 18:30, no El Corte Inglés (Sala de Âmbito Cultural, Piso 6), em Lisboa. Seguem-se sessões de apresentação em Braga (21 de setembro, às 15:30 – Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Minho), Porto (24 de setembro, às 18:00 – Salão Nobre do Tribunal da Relação) e Coimbra (26 de setembro, às 18:00 – Campus do Conhecimento e da Cidadania da Fundação Bissaya Barreto).

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