Ficha do produto
O Último Comboio para a Zona Verde
Código: 00476
Última edição: maio de 2014
N.º de páginas: 432
Editor: Quetzal Editores
ISBN: 9789897221569
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PÁGINAS
 

Sobre o livro

Sinopse
Uma viagem que se inicia na Cidade do Cabo e que Theroux, passando por Angola, queria que acabasse no Norte de África. Porém, após visitar Angola, o incansável viajante decide interromper o seu caminho ascendente. As experiências-limite por que passou, a deceção com a decadência, a colonização pelo materialismo ocidental, a omnipresença da corrupção e a perda da comunhão dos povos com a natureza terão feito desta a última viagem de Theroux ao Continente Negro.
Angola sai maltratada deste livro, assim como muitas figuras de proa de organizações humanitárias que operam em África. Um documento impiedoso e de gritante atualidade.
Um livro-choque.

O Último Comboio para a Zona Verde de Paul Theroux

Críticas de imprensa
«Paul Theroux escreveu alguns dos melhores livros de viagem dos últimos cinquenta anos.»
The Spectator

«A prosa enérgica e inflamada de Theroux impele-nos pelas páginas fora. Um livro inquietante que recusa qualquer tipo de compromisso.»
The Guardian

«Alguém que não tem medo de ir contra todo o discurso bem pensante e politicamente correto.»
The New Statesman/i>

«Uma viagem de despedida pelo Continente que enfeitiça e repele Theroux desde os tempos de voluntariado no Corpo de Paz, no Malawi.»
The New York Times

Detalhes do produto


O Último Comboio para a Zona Verde de Paul Theroux

Ano de edição ou reimpressão: 2014

Editor: Quetzal Editores

Idioma: Português

Dimensões: 147 x 233 x 29 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 432

Classificação: Literatura de Viagem

 

Outros livros

Paul Theroux nasceu em Medford, no Massachusetts, em 1941. O pai era canadiano francófono e a mãe italiana, e Paul um dos sete irmãos. Frequentou as universidades do Maine e posteriormente do Massachusetts, bem como o curso de escrita criativa que fez com o poeta Joseph Langland o levasse a descobrir que escrever era o que queria fazer na vida. Viveu em Itália, onde foi leitor; no Maláui, onde também ensinou e esteve envolvido no golpe de Estado – falhado – que tentou depor o então presidente-ditador; no Uganda, onde deu aulas de inglês e não só conheceu a sua futura mulher como também encontrou, pela primeira vez, V.S. Naipaul (que viria a ser seu grande amigo e mentor); e em Singapura. A par das colaborações regulares que manteve ao longo dos anos com as revistas Playboy, Esquire e Atlantic Monthly, escreveu dezenas de romances (alguns adaptados ao cinema), ensaios e (...)